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  • Vivendo com artrite psoriásica | iPROLEPSIS

    Centro de Aprendizagem Explore recursos que o ajudam a compreender e gerir a artrite psoriática. Learning hub Factos‑chave Guia Doente Notícias Quizzes Pesquisar Manual da Artrite Psoriática Viver com Artrite Psoriática Handbook Como é que a artrite psoriática me vai afetar? TRABALHO O trabalho pode proporcionar um sentido de propósito, identidade, realização e uma rede social de apoio, contribuindo positivamente para o seu bem-estar emocional e físico. Embora a sua condição possa colocar alguns desafios, as pessoas que vivem com artrite psoriática podem continuar a trabalhar, desde que a sua profissão não agrave os sintomas e não piore a sua saúde. As pessoas com determinadas condições de saúde têm direitos definidos na lei, destinados a protegê-las contra a discriminação direta e indireta no local de trabalho. O seu empregador é legalmente obrigado a fazer “adaptações razoáveis” ao seu ambiente e práticas de trabalho para garantir que a sua condição não o impede de fazer o seu trabalho da melhor forma possível e num ambiente confortável e seguro. h3.1 Na União Europeia, a definição de adaptações razoáveis no trabalho foi introduzida pelo artigo 5.º da Diretiva relativa à igualdade de tratamento no emprego e na atividade profissional (Diretiva 2000/78/CE): “a entidade patronal toma, para o efeito, as medidas adequadas, em função das necessidades numa situação concreta, para que uma pessoa deficiente tenha acesso a um emprego, o possa exercer ou nele progredir, ou para que lhe seja ministrada formação, exceto se essas medidas implicarem encargos desproporcionados para a entidade patronal. Os encargos não são considerados desproporcionados quando forem suficientemente compensados por medidas previstas pela política do Estado-Membro em causa em matéria de pessoas deficientes”. Esta diretiva foi transposta para a legislação nacional em todos os Estados-Membros da UE. Estudos demonstraram que as pessoas que necessitam de adaptações no local de trabalho e que as utilizam efetivamente têm mais probabilidades de manter um emprego e de continuar a ser produtivas, do que as que não utilizam adaptações no local de trabalho (39). No entanto, pedir adaptações no local de trabalho pode ser difícil. Pode preocupar-se com a possibilidade de ter um tratamento diferente e com as reações negativas do(s) seu(s) supervisor(es) ou colega(s). Por este motivo, pode preferir negociar adaptações informais no local de trabalho em vez de procurar adaptações formais. Algumas destas adaptações podem incluir as apoiadas pelas recomendações do American College of Sports Medicine para a atividade física e a saúde pública (40) e a norma ISO 11226, https://www.iso.org/standard/25573.html , que definem os limites para salvaguardar a saúde musculosquelética. Ao alinharem as práticas no local de trabalho com estas recomendações cientificamente comprovadas, os empregadores e os profissionais de saúde podem responder melhor às necessidades dos seus trabalhadores, promovendo um ambiente de trabalho inclusivo e solidário. Seguem-se alguns exemplos: Recomendação n.º 1: Evitar trabalhar durante períodos prolongados na mesma posição, quer esteja sentado ou de pé. Durante o turno de trabalho: um período contínuo de tempo na posição de pé não deve exceder 1 hora; o tempo total passado numa posição de pé não deve exceder 4 horas; a permanência contínua na posição sentada deve ser limitada a 2 horas; quando os períodos são dedicados à realização de reuniões, cuja duração deve ser razoável, deve ser considerada a possibilidade de as realizar de pé ou a andar (41). Recomendação n.º 2: Fazer pausas frequentes ao longo do turno. Note-se que a definição de “pausas” deve ter em conta as seguintes características: frequência: número de pausas/interrupções durante o dia de trabalho; duração: micro-pausas (menos de 2 minutos); pausas curtas (normalmente as que ocorrem de manhã ou à tarde, com duração entre 7 e 10 minutos); ou pausas longas (pausas para refeições); e tipo: passivo ou em repouso e ativo (incluindo alongamentos ou caminhadas) (42). Assim, num dia de trabalho de 8 horas, um trabalhador deve fazer pelo menos uma pausa de 7 a 10 minutos após períodos de trabalho consecutivos de 90 minutos. Os períodos de recuperação podem incluir momentos de descanso ou a realização de qualquer outra tarefa para recuperar os grupos musculares que foram trabalhados. Num período de pelo menos 90 minutos, um trabalhador deve gozar pelo menos 30 segundos após cada 20 minutos de trabalho. Ambas as recomendações têm como objetivo abordar a exposição prolongada a cargas estáticas de baixa intensidade, limitando a duração dessa exposição. Estas intervenções ajudam a aliviar a fadiga e os sintomas de dor a curto prazo e a prevenir lesões musculosqueléticas relacionadas com o trabalho a longo prazo. As pausas ativas são uma mais-valia; no entanto, não substituem a necessidade de introduzir diversidade na intensidade da carga mecânica, como planos de rotação adequados às exigências do trabalho (43). Note-se que estas recomendações se referem a tarefas de baixa intensidade e fisicamente exigentes. Outras recomendações aplicam-se a tarefas de alta intensidade, como as que envolvem força manual. Recomendação n.º 3: Alterações físicas nos postos de trabalho superfícies de trabalho (secretárias) que permitam alternar entre estar de pé e estar sentado, isoladamente ou em combinação com um programa de formação e informação para os trabalhadores, reduzem o tempo sentado em cerca de 60 minutos por dia de trabalho (a médio prazo, ou seja, até 3-12 meses). Esta alteração das condições físicas de trabalho pode provocar uma mudança de comportamento, com repercussões numa redução média de 82 minutos no tempo total de permanência sentado por dia (no trabalho e fora dele) e na duração média dos períodos consecutivos de permanência sentado (57 minutos) (42, 44). Apesar de as adaptações no local de trabalho estarem consignadas no Código do Trabalho português, muitas pessoas com doenças reumáticas e musculosqueléticas referem falta de compreensão por parte do(s) seu(s) empregador(es), colega(s) e médico(s) do trabalho. Tem opções e direitos; é importante compreendê-los e explorar plenamente todas as alternativas disponíveis. Se não tem a certeza dos seus direitos no local de trabalho, contacte o seu sindicato ou um advogado. Em Portugal existe legislação que protege os direitos dos trabalhadores com deficiência ou doença crónica. Se necessitar de adaptações no local de trabalho, fale com o seu médico assistente sobre as dificuldades que tem sentido e peça relatórios para apresentar à sua entidade patronal e/ou ao médico do trabalho. Ver secção correspondente no Informações Essenciais SONO A dor, a ansiedade e os efeitos secundários da medicação podem dificultar o adormecer e a manutenção do sono durante a noite. De fato, cerca de 40% das pessoas que vivem com artrite psoriática referem dificuldades em dormir (45). Bons hábitos de higiene do sono podem ajudar a melhorar o sono: desenvolva uma rotina de sono regular, ou seja, deite-se e levante-se à mesma hora todos os dias; evite cafeína, álcool e grandes refeições antes de se deitar; se fuma, tente deixar de fumar ou, pelo menos, não fume perto da hora de deitar; um banho quente antes de se deitar pode ajudar a aliviar a dor e a rigidez; ouça música ou sons relaxantes antes de ir para a cama; evite ver televisão e utilizar computadores, tablets ou smartphones no seu quarto; certifique-se de que o seu quarto está escuro, silencioso, relaxante e tem uma temperatura confortável. h3.2 O impacto da prática de exercício físico antes de deitar pode variar consoante os indivíduos. É essencial ouvir o seu corpo, estabelecer uma rotina consistente e prestar atenção à forma como os exercícios noturnos afetam os seus padrões de sono. Se tiver preocupações específicas sobre o seu sono ou rotina de exercício, também é aconselhável consultar um profissional de saúde ou um especialista em fitness. Prós: Melhoria da qualidade do sono: For some people, engaging in moderate-intensity exercises a few hours before bedtime may promote better sleep quality. It can help reduce stress and anxiety, leading to a more relaxed state conducive to sleep. Regulação da temperatura corporal: o exercício físico aumenta a temperatura corporal e a subsequente descida da temperatura após o exercício pode sinalizar ao organismo que é altura de dormir. Isto imita a descida natural da temperatura que ocorre durante a noite. Estabelecer uma rotina: o exercício regular, independentemente da altura do dia, pode contribuir para uma melhor qualidade do sono. O estabelecimento de uma rotina de exercício consistente é muitas vezes mais importante do que a hora específica do dia. Contras Efeito estimulante: para algumas pessoas, o exercício intenso perto da hora de deitar pode ter um efeito estimulante, tornando mais difícil relaxar e adormecer. Temperatura corporal: embora a descida da temperatura corporal após o exercício possa promover o sono, o exercício demasiado próximo da hora de deitar pode perturbar o processo natural de arrefecimento do corpo, interferindo potencialmente com o sono. Variabilidade individual: as pessoas reagem de forma diferente ao horário do exercício. Algumas podem achar que os treinos noturnos não afetam o seu sono, enquanto outras podem ter dificuldades. Recomendações: O tempo é importante: tente terminar o exercício pelo menos 2 a 3 horas antes de se deitar, para permitir que a temperatura do seu corpo volte ao normal e que os seus níveis de adrenalina diminuam. Ouça o seu corpo: preste atenção à forma como o seu corpo reage aos treinos noturnos. Poderá ser uma boa opção para si se o ajudar a relaxar e a melhorar o seu sono. Experiência: cada pessoa é diferente. Experimente horários diferentes de exercício para ver o que funciona melhor para si. Se os treinos noturnos tiverem um impacto negativo no seu sono, considere mudá-los para mais cedo. A moderação é fundamental: o exercício intenso ou vigoroso perto da hora de deitar pode interferir mais com o sono. Opte por atividades de intensidade moderada à noite (47). Cerca de 50% dos doentes que sofrem de artrite psoriática referem níveis elevados de fadiga (cinco ou mais numa escala de 10 pontos) e consideram a fadiga como um dos principais problemas, a seguir às dores articulares e antes dos problemas de pele (48). Ver secção correspondente no Informações Essenciais FADIGA A resolução de problemas, o planeamento, a definição de prioridades e do seu ritmo podem ajudar a lidar melhor com a sua fadiga: RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS identifique os fatores / tarefas / atividades que contribuem para a sua fadiga; pense em soluções que possam ajudar a minimizar o impacto destes fatores / tarefas / atividades. PLANEAMENTO planeie as tarefas/atividades que pretende realizar num dia ou numa semana; certifique-se de que inclui atividades de que gosta e que podem melhorar a sua disposição/bem-estar; não se martirize se não conseguir cumprir o plano. DEFINIÇÃO DE PRIORIDADES organize as suas tarefa/atividades por ordem de importância. RITMO não utilize a sua energia de uma só vez; divida as tarefas/atividades planeadas em porções mais pequenas que podem ser distribuídas ao longo de um dia, uma semana ou mesmo mais tempo. Ver secção correspondente no Informações Essenciais BEM-ESTAR EMOCIONAL Viver com artrite psoriática pode afetar a sua saúde mental (49, 50). É necessário tratar os sintomas de saúde mental com a mesma seriedade que os sintomas físicos. Uma saúde mental deficiente pode provocar crises de artrite psoriática, aumentar a dor e a fadiga, afetar negativamente o trabalho e as relações pessoais e limitar a capacidade de gerir a saúde em geral. Se se sentir triste, sem esperança e perder o interesse por coisas que costumava gostar, fale com o seu médico e informe os seus familiares sobre o que está a passar. O seu médico pode fazer o encaminhamento para serviços de saúde mental, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC) e/ou pode receitar-lhe um antidepressivo. h3.3 h3.4 Lembre-se de que não está só. Se precisar de apoio adicional, estamos aqui para o ajudar: Serviço de Aconselhamento Psicológico da Linha SNS 24 808 24 24 24 Linha SOS Voz Amiga 213 544 545 912 802 669 ou 963 524 660 Seja gentil com as suas articulações e com a sua mente Ver secção correspondente no Informações Essenciais Informações Essenciais Página anterior Próxima página

  • Project Deliverables | iPROLEPSIS

    Download needed deliverables for iProlepsis project for psoriatic arthritis. Entregáveis D1.2 Data managmeent plan (initial version) WP1 - Management and coordination Ler mais D2.3 The iPROLEPSIS trustworthy AI framework WP2 - Knowledge mining, foundation and participatory design Ler mais D3.1 First report on PsA inflammation drivers research WP3 - Research on PsA inflammation drivers and monitoring Ler mais D4.4 The iPROLEPSIS serious gaming suite (alpha version) WP4 - Development of the iPROLEPSIS digital health ecosystem for personalised preventive care Ler mais D6.2 Dissemination, exploitation and communication plan WP6 - Dissemination, communication and exploitation Ler mais D6.8 Update on the Dissemination, Exploitation and Communication Plan WP6 - Dissemination, communication and exploitation Ler mais D2.1 Initial report on user research and co-creation process WP2 - Knowledge mining, foundation and participatory design Ler mais D2.4 Updated report on the state-of-the-art and datasets WP2 - Knowledge mining, foundation and participatory design Ler mais D3.2 First report on digital phenotyping for PsA WP3 - Research on PsA inflammation drivers and monitoring Ler mais D5.1 Study initiation package (iPROLEPSIS-PDPID study) WP5 - Clinical studies Ler mais D6.3 First report on project visibility and educational material WP6 - Dissemination, communication and exploitation Ler mais D2.2 Initial report on the state-of-the-art and datasets WP2 - Knowledge mining, foundation and participatory design Ler mais D2.5 Updated report on user research and co-creation process WP2 - Knowledge mining, foundation and participatory design Ler mais D4.2 The iPROLEPSIS patient and HCP apps (study version) WP4 - Development of the iPROLEPSIS digital health ecosystem for personalised preventive care Ler mais D6.1 Project branding and communication channels WP6 - Dissemination, communication and exploitation Ler mais D6.5 Midterm report on project visibility and educational material WP6 - Dissemination, communication and exploitation Ler mais

  • Quizzes | iPROLEPSIS

    Centro de Aprendizagem Explore recursos que o ajudam a compreender e gerir a artrite psoriática. Learning hub Factos‑chave Guia Doente Notícias Quizzes Pesquisar Quizzes O que é a artrite psoriática? Quiz Quais são os sintomas da artrite psoriática? Quiz Como é tratada a artrite psoriática? Tratamentos farmacológicos Quiz Como é tratada a artrite psoriática? Autocuidado e estilo de vida Quiz Como é que a artrite psoriática me vai afetar? Sono e Fadiga Quiz Como é que a artrite psoriática me vai afetar? Relações e Planeamento Familiar Quiz O que causa a artrite psoriática? Quiz Como é diagnosticada a artrite psoriática? Quiz Como é tratada a artrite psoriática? Tratamentos não farmacológicos Quiz Como é que a artrite psoriática me vai afetar? Trabalho Quiz Como é que a artrite psoriática me vai afetar? Bem-estar emocional Quiz

  • Project Objectives and Work Packages | iPROLEPSIS

    iProlepsis psoriatic arthritis project is a comprehensive multiscale model employing novel trustworthy AI-based analysis of multisource and heterogenous data. Objetivos e atividades do projeto iPROLEPSIS O projeto pretende elucidar a transição de um estado saudável para AP através de um modelo multiescala/multifatorial de AP que emprege análise baseada em IA de confiança de dados heterogéneos e provenientes de múltiplas fontes (dados de saúde, ambientais, genéticos, comportamentais). Objetivos do projeto O consórcio iPROLEPSIS trabalha em 7 objetivos chave no campo da artrite psoriática (AP). Fatores de inflamação na AP Descobrir fatores de inflamação na AP através da análise guiada por inteligência artificial (IA) de dados de saúde, ambientais e ómicos. Papel dos mastócitos Investigar o papel dos mastócitos e das características da imagiologia da microvascular/articular não-invasiva da pele no rastreamento de sintomas inflamatórios. Intervenções personalizadas Desenvolver intervenções personalizadas baseadas nas tecnologias da informação e comunicação (TIC) para sustentar ou mesmo melhorar a qualidade de vida. Ecossistema cocriativo Co-criar o ecossistema iPROLEPSIS com as principais partes interessadas, seguindo princípios de IA baseados na ética, inclusão e confiança. Biomarcadores digitais Desenvolver e validar biomarcadores digitais que possibilitem o rastreamento de sintomas inflamatórios e da atividade da doença. Modelos de IA de confiança Criar modelos de IA de confiança para a previsão personalizada do risco individual para desenvolver AP, diagnóstico precoce e prognóstico da atividade da doença. Ecossistema de saúde digital Desenvolver e validar clinicamente o ecossistema de saúde digital iPROLEPSIS para capacitar pessoas com AP/em risco de desenvolverem AP e profissionais de saúde. Atividades As 6 atividades reunirão os conhecimentos diversos e complementares dos parceiros do consórcio. WP1 WP2 WP3 WP4 WP5 WP6 Atividade 1: Gestão e coordenação WP1 dedica-se à gestão e coordenação do projeto com o objetivo de permitir um fluxo de trabalho fluído; Garantir uma ótima gestão contratual, administrativa, financeira, científica, técnica, de propriedade intelectual e de inovação; Assegurar a qualidade do projeto e salvaguardar a ética, a conformidade regulamentar e a gestão adequada dos dados. Atividade 2: Mineração de conhecimento, fundação e design participativo A atividade 2 visa criar um conjunto de conhecimentos fundamentais sobre a AP, condições associadas e inflamação; Identificar, recuperar e organizar conjuntos de dados relevantes para as actividades de I&D do projeto; Identificar as necessidades dos utilizadores e colaborar eficazmente com os principais interessados para orientar as questões de investigação e co-criar as ferramentas de cuidados digitais do iPROLEPSIS; Estabelecer e monitorizar práticas para garantir a adesão dos componentes iPROLEPSIS baseados em IA a princípios de IA de confiança. Atividade 3: Investigação sobre os fatores de inflamação da AP e sua monitorização A atividade 3 dedica-se a identificar factores relacionados com a AP e a inflamação associada, tirando partido de dados relevantes para a saúde, novos e existentes, provenientes de várias fontes; Desenvolver biomarcadores digitais baseados em smartphones/smartwatches (dBMs) para avaliar os sintomas inflamatórios da AP; Analisar as alterações nas articulações e na microvasculatura da pele relacionadas com a AP e o papel dos mastócitos na inflamação associada; Através da fusão de dados, desenvolver um modelo de AP multiescalar/multifatorial, com ênfase na previsão da transição de indivíduos de alto risco e doentes com PsO para PsA e de doentes com PsA para um estado inflamatório avançado. Atividade 4: Desenvolvimento do ecossistema de saúde digital iPROLEPSIS para cuidados preventivos personalizados A atividade 4 especificará tecnicamente o ecossistema iPROLEPSIS e criará uma infraestrutura robusta de gestão de dados e plataformas DevOps/MLOps; Através de uma abordagem ágil, desenvolver os produtos mínimos viáveis (MVP) do iPROLEPSIS para cuidados personalizados da AP, incluindo: 1) uma aplicação para doentes que incorpora a monitorização (baseada em dBM) da AP, conhecimentos, intervenções direccionadas e recomendações personalizadas de estilo de vida orientadas por IA, 2) um conjunto de jogos sérios para a saúde e o bem-estar, 3) uma aplicação para os profissionais de saúde que lhes permite monitorizar remotamente os doentes e ver previsões sobre a sua evolução. Atividade 5: Estudos clínicos A atividade 5 desenvolverá os protocolos de estudo e conduzirá o processo de aprovação pelos órgãos competentes; Criação de um sistema para coordenar o recrutamento de participantes e gerir de forma eficiente os dados e relatórios clínicos; Organizar e realizar quatro estudos clínicos: dois estudos de coortes prospectivos multicêntricos para a descoberta e validação de factores de inflamação da AP e biomarcadores digitais, um estudo observacional sobre a AP e as alterações nas articulações e na microvasculatura da pele, e um ensaio controlado aleatorizado multicêntrico de prova de conceito que avalia a eficácia das ferramentas de cuidados digitais iPROLEPSIS. Atividade 6: Disseminação, comunicação e exploração A atividade 6 maximizará a visibilidade do projeto e dos seus resultados e facilitará a troca de conhecimentos através do envolvimento de uma ampla rede de parceiros. Desenvolver conteúdo educacional relacionado sobre AP; Estabelecer um roteiro para aprovação regulatória das ferramentas digitais iPROLEPSIS; Realizar uma análise socioeconómica/de mercado minuciosa e desenvolver planos concretos de exploração conjunta/individual. VISÃO DO PROJETO

  • Eventos | iPROLEPSIS

    Learn more about international events for psoriatic arthritis. Choose the event and book the date. Próximos e passados eventos BIOSIGNALS at BIOSTEC 2027 14/05/2027, 09:00 – 16/05/2027, 16:00 Nanjing, China Mais informações RSVP DSAI 2026 22/06/2026, 09:00 – 24/06/2026, 16:00 Alexandroupolis, Greece Mais informações Informações iPROLEPSIS 8th Plenary meeting 08/06/2026, 10:00 – 09/06/2026, 17:00 Athens, Greece Mais informações Informações 60th Annual Scientific Meeting of the European Society for Clinical Investigation (ESCI) 03/06/2026, 09:00 – 05/06/2026, 16:00 Lisbon, Portugal Mais informações Informações Athens Digital Health Week 2026 16/02/2026, 09:00 – 20/02/2026, 16:00 Athens, Athens, Greece Mais informações Informações iPROLEPSIS 7th Plenary meeting 09/12/2025, 09:00 – 10/12/2025, 16:00 Lisbon, Lisbon, Portugal Mais informações Informações IEEE HealthCom 2025 21/10/2025, 09:00 – 19:30 Abu Dhabi, United Arab Emirates Mais informações Informações HLTH Event 2025 19/10/2025, 09:00 – 22/10/2025, 18:00 Las Vegas, Las Vegas, NV, USA Mais informações Informações GRAPPA Annual Meeting 2025 10/07/2025, 11:00 – 12/07/2025, 20:00 Bogota, Colombia Mais informações Informações iPROLEPSIS 6th Plenary meeting 13/05/2025, 11:00 – 14/05/2025, 17:00 Oxford, UK Mais informações Informações 7th Polythematic Panhellenic Congress of Autoimmune Diseases, Rheumatology and Clinical Immunology 28/03/2025, 10:00 – 30/03/2025, 20:00 Portaria, Pelion Mais informações Informações Health Data Summit 2025 19/03/2025, 09:00 – 20/03/2025, 19:00 The EGG, Brussels, Belgium Mais informações Informações iPROLEPSIS 5th Plenary Meeting 02/12/2024, 07:00 – 03/12/2024, 17:00 Athens, Greece Mais informações Informações DSAI 2024 13/11/2024, 07:00 – 15/11/2024, 17:00 Khalifa University, Abu Dhabi, United Arab Emirates (UAE) Mais informações Informações PhD Open Days 2024 - 10th edition 05/11/2024, 19:00 – 23:00 Lisbon, Portugal Mais informações Informações How to communicate about and disseminate project results under Horizon Europe Cluster 1 ‘Health’ and Horizon 2020 24/10/2024, 12:00 – 13:00 EEST Webinar Mais informações Informações iPROLEPSIS 2nd Plenary meeting 05/10/2024, 08:00 – 06/10/2024, 18:00 Lisbon, Portugal Mais informações Informações iPROLEPSIS 2nd Plenary meeting 28/09/2024, 08:00 – 23:50 Virtual Mais informações Informações Ver mais

  • Coordenação | iPROLEPSIS

    Equipe de coordenação Vasilis Charisis Signal Processing & Biomedical Technology Unit (SPBTU) – Aristotle University of Thessaloniki Position Principal researcher focusing on the development of digital biomarkers and their translation into healthcare tools and interventions. What is your role in iPROLEPSIS? Scientific and Technical Coordinator. What are your main activities in the project? I manage the project's day-to-day operations and scientific coherence, driving the timely delivery of outcomes. Our team (SPBTU) is pioneering the use of AI and digital biomarkers from everyday smart devices to create predictive models for PsA symptoms. We are also developing a dedicated mobile app that supports patients by improving sleep patterns using binaural beat technology. What is your motivation? My motivation is rooted in a long-standing commitment to improving chronic disease management through accessible, non-invasive technology. In iPROLEPSIS, I am driven to apply advanced AI and biomedical engineering principles to address the significant challenges faced by PsA patients. We aim to create tangible, personalized digital tools that not only predict disease flares early but actively enhance patients' quality of life, ensuring our cutting-edge research delivers real clinical benefits. Coordination Clinical Experts Data Science Software Development Ethics, Legal and Exploitation Dissemination and Communication

  • Rede | iPROLEPSIS

    iPROLEPSIS networking activities Our shared vision is to establish a robust ecosystem of initiatives , where the combined strength of each project contributes to the overarching goal of advancing healthcare and well-being . By pooling our resources, knowledge, and expertise, we believe in the potential for significant benefits both for the collaborative cluster and the individual projects involved. Networking projects funded under the call HORIZON-HLTH-2022-STAYHLTH-02-01 CARE-IN-HEALTH Cardiovascular REsolution of INflammation to promote HEALTH WEBSITE Cardiovascular diseases (CVD) are the leading cause of mortality in Europe (1.9 million of annual deaths). CVD are significant public health challenge, accounting for €200 billion in economic burden annually in Europe. Lipid-mediated chronic inflammation and particularly the failure in the resolution of the inflammation, is a particular critical risk factor for the transition from health to CVD. CARE-IN-HEALTH addresses this by aiming to identify the pathways involved in the resolution of the lipid-mediated inflammation to prevent and reverse inflammation and therefore CVD. The interdisciplinary consortium will collect and integrate epidemiological, multi-omics, and immune data to create the CARE-IN-HEALTH Atlas, which will be openly accessible to the scientific community. Such a knowledge base will allow to systematically identify and validate individual’s critical immune pathways. A CARE-IN-HEALTH MCDSS (multi-criteria decision support system) will guide healthcare professionals to design personalised CVD prevention strategies. The CARE-IN-HEALTH BIOSENSOR will monitor inflammation resolution for citizens. CARE-IN-HEALTH will demonstrate proof-of-concept for an appropriate lipid intake as dietary intervention and specifically, for the use of vegetal omega-3 fatty acid sources as substrates for immunomodulatory lipid mediators and resolution of inflammation. All this is based on the results of a proof-of-concept clinical trial. GlycanTrigger Glycans as master triggers of health to intestinal inflammation transition WEBSITE GLYCANTRIGGER - Glycans as master triggers of health to intestinal inflammation transition. The GlycanTrigger project proposes a thorough and innovative approach to understand better the health-to-chronic inflammation transition occurring in patients with Crohn’s Disease that will be translated into improved disease prediction and prevention. The project will address how changes in glycosylation of the gut mucosa act as a primary event that dysregulates not only local mechanisms but also systemic mechanisms, involving the novel concept of glycan mimicry as an early trigger of the health-to-inflammation transition. The long-term goal of this project is to unlock a new checkpoint that regulates the transition to chronic inflammation, aiming to figure out how to turn off this process by developing novel preventive intervention strategies. halt-RONIN Discovering chronic inflammation biomarkers that define key stages in the Healthy-to-NASH (non-alcoholic steatohepatitis) transition to inform early prevention and treatment strategies. Downolad PDF to read more. WEBSITE NAFL (non-alcoholic fatty liver) is the most widespread subtype of NAFLD, a highly prevalent inflammation-related disease, characterized by steatosis, relatively benign and reversible condition, which can progress to the more serious progressive stage of non-alcoholic steatohepatitis (NASH), in which steatosis is accompained by lipotoxicity, mitochondrial dysfunction and a high state of inflammation and fibrosis. IMMEDIATE Imminent Disease Prediction and Prevention at the Environment Host Interface WEBSITE The EU-funded research project IMMEDIATE strives to identify individual biomarkers of risk and resilience against chronic inflammation by investigating the diet-microbiome-metabolite-immune axis. This complex interaction refers to how an individual's diet, gut microbiota, metabolites, and immune system can influence their health. IMMEDIATE will use cutting-edge technologies and clinical and metadata from large observational cohort studies to identify pre-disease stages and further our understanding of the mechanisms and molecular pathways underpinning non-communicable diseases. Furthermore, a proof-of-concept study on healthcare professionals will be conducted to test the effectiveness of a probiotic intervention and ultimately develop mobile apps designed to offer personalized lifestyle recommendations and empower citizens to manage their own health proactively. INITIALISE Inflammation in human early life: targeting impacts on life-course health WEBSITE INITIALISE (Inflammation in human early life: targeting impacts on life-course health) is an EU funded project that aims to elucidate how exposures and genome impact gut microbiome, host immune system and metabolism, and how the interplay of these factors impact life-course health.  INITIALISE aims to define the role of the maturation of the immune system as a mediator between exposures and life-course health. INTERCEPT-T2D Early Interception of Inflammatory-mediated Type 2 Diabetes WEBSITE Inflammatory-based interceptive medicine in type 2 diabetes Individuals with type 2 diabetes (T2D) do not use insulin efficiently and, therefore, their glucose levels rise. T2D is a heterogeneous disease, which is an obstacle to the delivery of an optimal tailored treatment. Consequently, patients’ individual trajectories of progressive hyperglycaemia and risk of chronic complications such as stroke, heart attacks, nephropathy and retinopathy are so far difficult to predict. Chronic systemic inflammation has been suggested to be a major contributor to the onset and progression of T2D complications. The EU-funded INTERCEPT-T2D project will bring a new and clinically relevant dimension in T2D care considering at diagnosis inflammatory parameters that are of importance for the transition to T2D-related complications. Moreover, the project will help deliver optimal treatments tailored to patient needs and conduct a clinical trial to evaluate the efficacy of anti-inflammatory strategies. miGut-Health Personalised blueprint intestinal health WEBSITE The miGut-Health project is an EU-funded initiative that is developing novel strategies to predict and prevent inflammatory bowel disease (IBD). miGut-Health aims to create personalised patient engagement strategies for predicting and monitoring preclinical IBD by focusing on the transitory phase from health to disease. The overarching goal is to provide strategies for early disease prediction, prevention and gut health improvement for people affected by IBD, high-risk individuals and citizens. AIDA An Artificially Intelligent Diagnostic Assistant for gastric inflammation WEBSITE Most cases of gastric cancer (GC) are detected at a late stage, when patients have a median life expectancy of about a year. Diagnosing people at risk of developing GC at the pre-symptomatic stage, typically chronic gastric inflammation, could significantly improve the outlook. Artificial intelligence (AI) can help clinicians make sense of their own data by automating much of the treatment and analysis, which require manual work and years of experience. But it can do more: it can bring together available data from various sources into a vast data lake and cross-correlate the data to derive a ‘risk score’ for gastric cancer and shed light on the mechanisms of its evolution. Aida aims to do just that. It helps researchers understand the mechanisms that trigger gastric oncogenesis, helps clinicians diagnose precancerous inflammation at the earliest possible stage, suggests personalised therapeutic strategies for treatment and follow-up, and makes personalised recommendations for monitoring patient health status, thus contributing to gastric cancer prevention. This places Aida squarely on Europe’s agenda of ‘Staying healthy in a rapidly changing society’. Aida unites some of Europe’s leading authorities in the field of gastric inflammation, gastric cancer, leading AI and machine learning experts, experts on data governance and privacy, representatives of the public administration and patient advocates. Aida also has strong ties with the industry. After the project, the results will live on in a foundation that acts as a transnational focal point for chronic gastric inflammation — and GC in general. We hope that the solid, inclusive design principles of Aida, its societal relevance and its durability will spawn a vigorous ecosystem around chronic gastric inflammation, its understanding and its treatment. And we hope that it will inspire other data collaboratives in health — for other chronic inflammations, other forms of cancer or other ailments altogether. PROTO Advanced Personalized Therapies for Osteoarthritis WEBSITE Osteoarthritis (OA) is a chronic progressive joint disorder, characterized by inflammation causing pain, stiffness, swelling and gradual loss of joint function. PROTO aims to halt and partially reverse the structural and functional changes caused by inflammatory processes in OA Our ambitious goal is to introduce: a highly innovative anti-inflammatory local placental derived cell therapy in early-stage OA patients and a personalized sensor-based training intervention intended to prevent inflammation and OA onset during a crucially important ‘window of opportunity’ by correcting pathological movement patterns in pre-stage OA patients. ENDOTARGET Sytemic Endotoxemia as the driver of chronic inflammation–Biomarkers and novel therapeutic targets for Arthritis WEBSITE ENDOTARGET explores the relationship between gut microbiota, gut permeability, and systemic endotoxemia with a special focus on the three most abundant rheumatic diseases (RDs): osteoarthritis, rheumatoid arthritis and spondylarthritis. The aim is to clarify (1) the role of the three factors gut microbiota, gut permeability and systemic endotoxemia in RD onset and pathogenesis, (2) which events and mechanisms are responsible for the origin of RDs, and (3) the influence of the gut microbiota on the joints. Based on the gained knowledge, e.g. new biomarkers for risk assessment will be identified and a Rheumatic disease risk prediction tool (RDPT) will be developed to support clinicians in the classification of patients and to treat RDs preventively. This tool will help to reduce the risk of RD onset and/or to reduce disease activity. PRAESIIDIUM Real-time prediction of the prediabetes risk WEBSITE PRAESIIDIUM will develop a tool based on artificial intelligence coupled with multi-scale, multi-organ integrated mathematical equations for the real-time prediction of the prediabetes risk of an individual. The prediction algorithm will draw on a rich set of information for training, derived from prior clinical data, the individual’s family history, and a pilot study testing wearable sensors that will provide glucose, bioimpedance, and heart rate monitoring. The PRAESIIDIUM platform will be made available to healthcare professionals and patients for an easier data entering and results query and it will be linked to common wearable sensors to monitor the physical activity. PREVALUNG EU Biomarkers affecting the transition from cardiovascular disease to lung cancer: towards stratified interception WEBSITE The project PREVALUNG EU will harness retrospective and prospective cohorts of both CVD patients and LCDT eligibles to develop actionable biomarkers and validate the four classifiers detecting high-risk individuals before or pre-symptomatic of LC, exploiting the latest advances of system biology omics (metabolomics, metagenomics, immunomics, proteomics, and aging-associated BM stem cell genomics) that correlate with uncontrolled inflammatory status of CVD patients. In particular, using four types of diagnosis tools harnessing either of the four drivers of overt inflammation (metabolism, gut dysbiosis, stem cell mutational status, innate immunity), we shall stratify the CVD patient population and leverage the PLCOm2012 risk score to better identify LC high-risk individuals. We will propose a personalized interceptive measure, whose efficacy will be monitored using PREVALUNG EU Focus Panels. We will robustly validate clinical applications, workflows, and tools for easy and broad adoption of the interceptive system across European public care centers and private stakeholders.

  • Publications About Project | iPROLEPSIS

    Read publications about iProlepsis project for psoriatic arthritis. Discover insights and project progress. iPROLEPSIS project publications Dynamic Difficulty Adjustment in Psoriatic Arthritis Serious Games Using Learning-Driven Policies 21 de agosto de 2026 Serious Games (SGs) must sustain engagement by matching challenge to players’ abilities. Yet, fixed difficulty disregards performance or psychophysiological fluctuations. In Psoriatic Arthritis (PsA), these fluctuations are reflections of variable pain, mobility limitations, and stress. Here, we propose a Dynamic Difficulty Adjustment (DDA) that learns personalized difficulty selection responsive to PsA-related physical and emotional changes. Ler mais Modeling Interphalangeal Joints for Swelling Assessment in Psoriatic Arthritis via Smartphone Photographs 4 de fevereiro de 2026 Digital assessment of swollen joints from smartphone photographs can support remote monitoring of patients with inflammatory arthritis, enabling more efficient care delivery. In this study, we propose a method to classify each interphalangeal joint in hand photographs as swollen or not. Ler mais European advances in digital rheumatology: explainable insights and personalized digital health tools for psoriatic arthritis 19 de maio de 2025 The shift from traditional to technology-based diagnosis and management of psoriatic arthritis (PsA) represents a significant evolution in patient care. Traditionally, PsA was diagnosed and managed through clinical evaluations, physical examinations, and basic imaging techniques. With the evolution of digital technologies, the PsA care is transforming, giving rise to the field of digital rheumatology. In this vein, Europe has invested in research initiatives, like iPROLEPSIS, that could accelerate this transformation and redefine PsA care within a digital world. In this Viewpoint we present the current clinical PsA landscape, highlight the PsA patients' interaction with the digital world, and showcase the novel iPROLEPSIS digital offerings. The latter scaffold digital rheumatology by identifying PsA key drivers. Moreover, they support personalized PsA risk prediction and improve early PsA detection. Furthermore, they enable precise PsA treatment strategies and digital therapeutics within a novel digital health ecosystem. Ler mais Developing Sensorimotor Art Games for Psoriatic Arthritis using Agile Storyboarding and Game Co-Design Processes 28 de junho de 2024 Serious Games (SGs) have the potential to provide clinical care and enhance patients’ quality of life, while incorporating an element of entertainment. As part of the iPROLEPSIS Horizon Europe project, we introduce two Sensorimotor Art games designed as SGs to assist Psoriatic Arthritis (PsA) patients in managing their symptoms. Ler mais The Spy and Zen Forest Exergames as Sources of Digital Biomarkers for Psoriatic Arthritis: A Co-Design Paradigm 5 de junho de 2026 Psoriatic Arthritis (PsA) is a chronic rheumatic condition characterized by joint stiffness, reduced mobility, and persistent pain. Alongside pharmacological treatments, physio-therapy and structured exercise are commonly prescribed to improve range of motion and physical function. However, a prevalence of low consistency, high costs, and lack of engagement leads to high drop-out rates, making these interventions ineffective. Exergames, short for exercise games, provide an accessible alternative to complement traditional interventions, which embed therapeutic movements into game mechanics, motivating patients to remain active and consistent in their rehabilitation routines. This work presents the design of two PsA-focused exergames, The Spy and Zen Forest. Both were co-designed with 29 stakeholders, including PsA patients, clinicians, researchers, and technical experts, ensuring that they align with clinical goals, address patient needs, and support safe and effective physical engagement. Ler mais Designing Exergames for Psoriatic Arthritis: The Spy and Zen Forest Paradigms 4 de fevereiro de 2026 In addition to biological interventions, traditional treatments often include physiotherapy and exercise to improve range of motion and physical function. However, a prevalence of low consistency, high costs, and lack of engagement leads to high drop-out rates, making these interventions ineffective. Exergames, short for exercise games, provide an accessible alternative to complement traditional interventions, which embed therapeutic movements into game mechanics, motivating patients to remain active and consistent in their rehabilitation routines. Here we present the design of two exergames for PsA, namely The Spy and Zen Forest. Ler mais Hot topic debate: preventing psoriatic arthritis in patients with psoriasis 11 de novembro de 2024 Can effective treatment of psoriasis (PsO) prevent the development of psoriatic arthritis (PsA)? In a Hot Topic Debate at the 7th World Psoriasis & Psoriatic Arthritis Conference, Dr. Soriano and Dr. Ogdie, both experts in the field, presented contrasting views based on existing research and clinical studies.1 Dr. Soriano argued that biologic treatments for PsO may reduce PsA risk, citing several retrospective studies. On the other hand, Dr. Ogdie argued that current observational data are plagued by biases, making it difficult to conclude whether biologics play a protective role. The session outlined the complexity of this issue, with both speakers agreeing on the need for prospective randomised controlled trials, such as the ongoing PAMPA study, to provide definitive answers. Prof. Laura Coates added that identifying at-risk patients and intervening early to potentially prevent PsA may point to a strategic research approach to address these unanswered questions. Ler mais “The Kite” Breathing Serious Game: Agile Co-Design for Psoriatic Arthritis 27 de junho de 2024 Serious Games (SGs) have been explored in healthcare for their potential as gamified means for disease assessment and/or intervention. Designing effective SGs requires attention to user requirements and iterative development. We introduce a SG design process for Psoriatic Arthritis (PsA) patients, aiming to enhance their quality of life. Ler mais Transforming Psoriatic Disease Care Through Innovation and Real-World Data: GRAPPA 2025 Soapbox Highlights 15 de maio de 2026 The Group for Research and Assessment of Psoriasis and Psoriatic Arthritis (GRAPPA) 2025 annual meeting, held in Bogotá, Colombia, featured soapbox presentations highlighting innovative approaches to psoriatic disease (PsD) care. Dr. Vasileios Charisis presented the Psoriatic Arthritis Inflammation Explained Through Multi-Source Data Analysis Guiding a Novel Personalised Digital Care Ecosystem (iPROLEPSIS) project, which applies digital phenotyping and explainable artificial intelligence to monitor psoriatic arthritis (PsA) using smartphone-based typing dynamics and hand motion tracking. Pilot data demonstrated high accuracy in detecting functional impairments, underscoring the potential of digital biomarkers for personalized disease management. Ler mais Co-Designing Mobile Serious Games to Support Patients With Psoriatic Arthritis and Chronic Pain: Mixed Methods Study 3 de fevereiro de 2026 This study aimed to co-design mobile serious games—NoPain Games—to support patients with PsA in managing chronic pain. Conducted within the iPROLEPSIS Horizon Europe project, the study involved a multidisciplinary cocreation session with rheumatologists, researchers, and technical experts, followed by a usability feedback session with patients with PsA. The goal was to identify therapeutic priorities, refine game mechanics, and assess usability to inform the development of personalized, accessible digital interventions. Ler mais Digital biomarkers for psoriatic arthritis: a qualitative focus group study on patient-perceived opportunities and barriers 30 de outubro de 2024 The widespread adoption of wearables, for example, smartphones and smartwatches in the daily lives of the general population, allows passive monitoring of physiological and behavioural data in the real world. This qualitative study explores the perspective of psoriatic arthritis (PsA) patients towards these so-called digital biomarkers (dBMs). Ler mais ChatGPT in Nutrition: Trends Challenges and Future Directions 26 de junho de 2024 A healthy and balanced diet is of paramount importance to the physical and psychological well-being of an individual, since unhealthy dietary choices have been linked with the occurrence of non-communicable diseases. Ler mais

  • Project Vision and Impact Maximization | iPROLEPSIS

    iProlepsis project for psoriatic arthritis uses multi-source data analysis for guiding to a novel personalised digital care ecosystem and maximizes the impact. iPROLEPSIS: visão do projeto e maximização do impacto Estudar a transição de um estado saudável para AP através da análise de dados de múltiplas fontes, com o objetivo de desenvolver um ecossistema de cuidados digitais personalizados. Maximizar o impacto através da transparência, visibilidade, networking e reutilização de resultados. Visão do projeto Análise de dados, objetivos do projeto iPROLEPSIS, internet das coisas e aplicação móvel Sobre artrite psoriática A Artrite Psoriática (AP) é uma doença inflamatória crónica, que afeta o esqueleto periférico e axial, com impacto grave na qualidade de vida dos doentes. Estima-se que 1-2% da população tenha AP, ou seja, 5 a 10 milhões de pessoas na UE são afetadas por esta doença. A AP está associada à psoríase (PsO) e estima-te que até 30% das pessoas que vivem com PsO, ou seja, pelo menos 100 milhões de pessoas em todo o mundo (OMS), desenvolvam AP. O objetivo O objetivo do iPROLEPSIS é propor um novo ecossistema que envolve mecanismos de recolha de dados do mundo real (RWD) e um poderoso sistema de apoio à decisão para fornecer novos conhecimentos sobre os fatores chave que influenciam a transição de um estado saudável para AP, adotando um abordagem multiescala/multifatorial. Assim, com o uso de modelos baseados em xAI, iPROLEPSIS pretende oferecer um ecossistema de cuidados digitais personalizados eficiente, eficaz e clinicamente validado para doentes com AP. Tecnologias As tecnologias baseadas nos sensores de dispositivos móveis e uma aplicação móvel estarão no centro do processo de recolha de dados do mundo real. Adicionalmente, serão ainda recolhidos dados retrospetivos e prospetivos a partir das bases de dados dos parceiros clínicos e combinados com dados provenientes de bases de dados de acesso aberto. Através da análise e visualização destes dados utilizando modelos preditivos de inteligência artificial (IA) e uma ferramenta intuitiva de análise visual, respetivamente, o iPROLEPSIS poderá propor tratamentos personalizados (ou seja, dieta, atividade física, gestão de stress/fadiga/dor), auxiliando médicos, cuidadores e hospitais na gestão dos sintomas de AP. Finalmente, através de técnicas de xAI, o iPROLEPSIS visa facilitar aos hospitais e aos decisores políticos a obtenção de novos conhecimentos para melhores práticas clínicas, moldando assim futuras políticas de tratamento de AP. Maximização do impacto Para garantir a implementação bem sucedida e a maximização do impacto, o consórcio visa tornar o projeto iPROLEPSIS numa referência com combate à AP através das seguintes medidas: 01 Criar uma comunidade iPROLEPSIS que envolva ativamente as partes interessadas. 02 Informar as principais partes interessadas sobre resultados e seu potencial de inovação clínica. 03 A longo prazo, disponibilizar amplamente os resultados para fins comerciais e de investigação. 04 Aumentar o envolvimento das pessoas com AP/em risco de desenvolver AP para abordar os seus problemas e preocupações, com o objetivo de aumentar a sua sensibilização e criar confiança nas novas tecnologias. 05 Alcançar projetos de I&D similares/relevantes para promover networking e atividades conjuntas. 06 Estabelece um fórum/comunidade para que os profissionais de saúde e autoridade desenvolvam novas orientações e normas. 07 Identificar mecanismos e atividades de exploração, avaliar a comercialização e aplicabilidade dos conceitos e ideias. OBJETIVOS DO PROJETO

  • Project Promo Materials | iPROLEPSIS

    Download needed promo materials for iProlepsis project for psoriatic arthritis, such as posters, flyers, logos, and color palete. Download de materiais promocionais 01 Póster iPROLEPSIS (A0) 02 Folheto iPROLEPSIS (A5) 03 Póster iPROLEPSIS enrolável Download do logótipo e da paleta de cores PNG, fundo transparente SVG, fundo transparente SVG, fundo transparente #212178 #B380FF #FFAACC #37C8AB #DEEBF7 PNG, fundo branco WEBP, fundo transparente

  • Entendendo a Artrite Psoriásica | iPROLEPSIS

    Centro de Aprendizagem Explore recursos que o ajudam a compreender e gerir a artrite psoriática. Handbook Learning hub Factos‑chave Guia Doente Notícias Quizzes Pesquisar Handbook 1 Manual da Artrite Psoriática Compreender a Artrite Psoriática h1.1 O que é a artrite psoriática? A artrite psoriática é um tipo de artrite associada à psoríase, uma doença crónica da pele e das unhas. A psoríase provoca erupções cutâneas vermelhas e escamosas na pele, e unhas grossas com ponteado semelhante a um dedal. A artrite psoriática caracteriza-se por inchaço (inflamação), dor e rigidez das articulações e pode afetar qualquer articulação periférica, como os dedos das mãos e dos pés, os joelhos e/ou a coluna vertebral. Também afeta os locais de inserção dos tendões ou ligamentos nos ossos (entesite). Entre 20-40% das pessoas com psoríase desenvolverão artrite psoriática (1, 2). Os sintomas que afetam as articulações tendem a desenvolver-se 5 a 10 anos após o diagnóstico da psoríase, mas podem ocorrer em qualquer altura (3). Atualmente, não é claro porque é que algumas pessoas com psoríase desenvolvem artrite psoriática e outras não. Na artrite psoriática, a artrite pode apresentar-se sob 3 formas: artrite oligoarticular que afeta 4 ou menos articulações periféricas (por exemplo, os dedos das mãos e/ou dos pés e os joelhos); artrite poliarticular que envolve 5 ou mais articulações periféricas em ambos os lados do corpo; e artrite axial que afeta as articulações da coluna vertebral, incluindo a articulação sacroilíaca (onde a coluna vertebral se liga à pélvis). Algumas pessoas podem desenvolver psoríase depois ou ao mesmo tempo que os sintomas da artrite psoriática se manifestam (4). Em casos raros, as pessoas podem ter artrite psoriática e nunca apresentar quaisquer sintomas visíveis de psoríase. A artrite psoriática e a psoríase são doenças inflamatórias crónicas causadas por uma falha no sistema imunitário. O nosso sistema imunitário protege-nos de infeções e doenças. Ver secção correspondente no Informações Essenciais O que causa a artrite psoriática? Embora a artrite psoriática possa ocorrer em qualquer idade, a maioria das pessoas apresenta os seus primeiros sinais e sintomas entre os 30 e os 60 anos. É mais provável que a artrite psoriática seja diagnosticada nos primeiros dez anos após o diagnóstico de psoríase (3). A artrite psoriática afeta igualmente ambos os sexos. No entanto, as manifestações em termos de gravidade e impacto da doença diferem entre os sexos. Os homens são mais suscetíveis de ter envolvimento dos ossos da coluna vertebral (artrite axial) e danos radiográficos na coluna vertebral e nas articulações periféricas (por exemplo, dedos das mãos, joelhos e dedos dos pés), enquanto as mulheres são mais suscetíveis de ter menor qualidade de vida e limitações graves da funcionalidade (5). Os investigadores não sabem ao certo porque é que algumas pessoas desenvolvem artrite psoriática. Pensa-se que certos genes herdados dos pais e avós podem tornar uma pessoa mais suscetível de desenvolver artrite psoriática (6-8). h1.2 Nas pessoas com uma maior predisposição genética para desenvolver artrite psoriática, a doença pode ser desencadeada por fatores ambientais, tais como • uma infeção (9); • um acidente ou ferimento (10, 11); • excesso de peso (12); • fumar (13, 14). A psoríase e a artrite psoriática não são contagiosas. Não se pode apanhar psoríase ou artrite psoriática de outras pessoas. Ver secção correspondente no Informações Essenciais Quais são os sintomas da artrite psoriática? Os sintomas da artrite psoriática desenvolvem-se normalmente de forma lenta, ou seja, muitas pessoas não se apercebem de que estão a desenvolver artrite psoriática (Figura 1). No entanto, em casos mais raros, os sintomas podem desenvolver-se subitamente. Alguns dos principais sintomas incluem (15): dor numa ou mais articulações; inchaço numa ou mais articulações; rigidez numa ou mais articulações que se mantém durante 30 minutos ou mais. Estes sintomas são causados pela inflamação e podem afetar qualquer articulação do corpo. Ver na Figura 2 as articulações mais frequentemente afetadas. Ver secção correspondente no Informações Essenciais h1.3 A artrite psoriática pode causar dor e inchaço nas enteses, ou seja, nos locais do corpo onde os tendões e os ligamentos se ligam aos ossos (15). Quando as enteses ficam inflamadas, dá-se o nome de entesite. A dor da entesite pode espalhar-se por uma área mais vasta do que a dor nas articulações. Ocorre frequentemente na parte de trás do calcanhar ou na parte inferior do pé, o que pode dificultar a posição de pé ou a marcha. As áreas afetadas são sensíveis ao toque, mesmo quando se aplica apenas uma pequena pressão. Os joelhos, as ancas, os cotovelos e o peito também podem ser afetados pela entesite. Muitas pessoas com artrite psoriática têm os dedos das mãos ou dos pés inchados, uma condição conhecida como dactilite (15) (Figura 1). É mais frequente afetar um ou dois dedos das mãos ou dos pés de cada vez. A artrite psoriática também pode causar pequenas marcas redondas nas unhas das mãos e/ou dos pés (semelhantes a um dedal), uma condição conhecida como pitting. As unhas podem mudar de cor, tornar-se mais espessas ou mesmo descolar-se do dedo (15). As pessoas que sofrem de artrite psoriática podem sentir-se muito cansadas (fadiga) e algumas podem ter febre baixa. A fadiga não melhora com o repouso. Os sintomas da artrite psoriática podem ir e vir. Um período de aumento da inflamação e de agravamento de outros sintomas é designado por surto. Um surto pode durar dias ou meses. Ver secção correspondente no Informações Essenciais h1.5 Como é diagnosticada a artrite psoriática? Um diagnóstico atempado e preciso é um passo importante para otimizar os cuidados e melhorar os resultados de saúde a longo prazo (16). Se lhe foi diagnosticada psoríase no passado e os sintomas de artrite (por exemplo, articulações doridas ou inchadas) começaram mais recentemente, pode ter desenvolvido artrite psoriática. No entanto, os sintomas da artrite psoriática podem parecer-se com outros problemas de saúde. Consulte o seu médico para obter um diagnóstico. O médico que consulta primeiro pode depender de já lhe ter sido diagnosticada psoríase. Se desenvolver sintomas de artrite, o seu médico de família ou dermatologista deve fazer o encaminhamento para um reumatologista - um médico especializado no diagnóstico e tratamento das doenças que afetam o sistema musculosquelético - para uma avaliação. Informe o seu médico se tem antecedentes de psoríase e/ou artrite psoriática na sua família. ATUALMENTE, NENHUM TESTE ÚNICO PODE CONFIRMAR A ARTRITE PSORIÁTICA (15). O diagnóstico será efetuado com base na sua história clínica, nos seus sintomas e no exame físico realizado pelo médico. O médico pode pedir radiografias ou outros tipos de imagiologia, como ecografias e ressonância magnética (RM), para procurar alterações nos ossos e nas articulações. Os estudos imagiológicos ajudarão o médico a determinar o tipo e o padrão de envolvimento das articulações, o que também pode ajudar a distinguir os tipos de artrite. As análises ao sangue, como a velocidade de sedimentação dos eritrócitos e a proteína C-reactiva, podem ajudar a identificar a inflamação. O médico pode também pedir análises para detetar o fator reumatoide e o anticorpo anti-CCP para excluir a artrite reumatoide, e os tipos de HLA-B para procurar a predisposição genética para a espondilartrite. Ver secção correspondente no Informações Essenciais h1.4 Informações Essenciais Página anterior Próxima página

  • Contatos | iPROLEPSIS

    We welcome your comments or questions about iPROLEPSIS project!​ Feel free to contact us by filling in the form to submit your comments or questions.​ Coordenador do Projeto Prof. Leontios Hadjileontiadis Coordenador do Projeto Universidade Aristóteles de Salónica Contact us We welcome your comments or questions about iPROLEPSIS! Please contact us by filling in the form below to submit your comments or questions. Ask your question or write a comment First name Last name Email Write a message I have read and agree to the Privacy policy SUBMIT Thanks for submitting! Por favor tome nota de que não oferecemos aconselhamento médico. Para discutir sintomas ou condições, entre em contato com o seu médico ou outro profissional de saúde.

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