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- Project Apps for Download | iPROLEPSIS
Download iProlepsis project applications for psoriatic arthritis. Aplicativos para baixar miPROLEPSIS app The miPROLEPSIS app facilitates the iPROLEPSIS-PDPID multicenter clinical study as a data collection tool that will enable the development of digital biomarkers for psoriatic arthritis symptoms and predictive models for inflammation exacerbation. More specifically, the app performs (i) passive data collection from the sensors of the smartwatch used in the study (i.e., Garmin Vivoactive 5), (ii) passive data collection from the accelerometer and gyroscope sensors of the smartphone, (iii) patient reported outcomes via questionnaires. Moreover, the app includes (i) a custom keyboard that captures the user’s typing dynamics and (ii) photo- and video-based activities for the collection of hand/feet photos and skeletal data related to joints flexibility, respectively. Note: The app can be used only by psoriatic arthritis patients that have enrolled to the PDPID study. This enrollment is available for patients in the UK, Netherlands, Portugal, and Greece. Information on how to enroll in the study and gain access to the miPROLEPSIS app will be provided soon. miPROLEPSIS app The miPROLEPSIS PDPID Study application functions as a data collection tool, utilized during the PDPID study, in order to produce datasets used for model generation and training. The app utilises both continuous and unobtrusive data collection (via bluetooth) from wearable devices, as well as user interactions (questionnaires, reporting etc). miPROLEPSIS Joint Landmarker app The miPROLEPSIS Joint Landmarker is an accompanying app of the miPROLEPSIS app that enables the video-based active tests feature. More specifically, a set of 6 hand and body movement exercises are presented and the user is asked to perform them in front of the smartphone camera. The app captures the videos and extracts skeletal data (coordinates of skeletal joints) locally. The skeletal data will be further analysed to develop digital biomarkers that assess the functionality and flexibility of joints. Note: The miPROLEPSIS Joint Landmarker app cannot be used without the miPROLEPSIS app. miPROLEPSIS Joint Landmarker app This app is a research app that accompanies the miPROLEPSIS app and aims to assess the physical functioning of people with Psoriatic Arthritis. More specifically, a set of 6 hand and body exercises are given and the user is asked to perform them in front of the smartphone camera. The app uses the collected videos to extract skeletal data (coordinates of skeletal joints), which are then sent to a cloud for further processing. Through the skeletal data processing, the aim is to identify whether a patient with Psoriatic Arthritis have difficulties in performing certain hand and body actions. The videos are immediately discarded and no personal information is retained, saved or transmitted.
- Estudos clínicos | iPROLEPSIS
iPROLEPSIS project will perform four different clinical studies in four different counties. Learn more about clinical studies by visiting iprolepsis.eu. Sobre Estudos Clínicos iPROLEPSIS irá realizar quatro estudos clínicos diferentes: 1.iPROLEPSIS-PDPID Estudo de fenotipagem digital e fatores de inflamação da Artrite Psoriática (PsA) 2. iPROLEPSIS-MOJMI Estudo de mastócitos e imagens microvasculares e articulares baseados em optoacústica 3. iPROLEPSIS-IDBV Estudo de validação de biomarcadores digitais de inflamação. 4. iPROLEPSIS-PPIDC Estudo para a prevenção da inflamação da PsA através do cuidado digital: um estudo de intervenção. Os estudos clínicos serão realizados em 5 países: Holanda Reino Unido Portugal Grécia Alemanha Estudos Clínicos Estudo de fenotipagem digital e fatores de inflamação da PsA (iPROLEPSIS-PDPID) Coorte de desenvolvimento de biomarcadores digitais baseados em smartphones e smartwatches e baseados em Inteligência Artificial (IA) para avaliação e monitorização remota de pessoas com Artrite Psoriática (AP). Medir Desenvolver novos biomarcadores digitais para smartphones e dispositivos inteligentes (cinto, anel, câmera) para a avaliação de sintomas inflamatórios, com foco especial no reconhecimento de mudanças nos padrões de movimento, dor, fadiga, rigidez matinal em comparação com o "gold standard" – avaliação médica através da avaliação clínica das articulações, tendões e pele. Prever Prever a mudança de um estado não inflamado para inflamado utilizando três fatores desencadeantes que podem causar inflamação de longa duração em pacientes com artrite psoriática em risco de exacerbação. Esses três desencadeadores são stress, stress mecânico, e alterações no microbioma intestinal. OBJETIVOS Objetivos principais • fornecer registros precisos, factuais e clinicamente relevantes do sistema autónomo de biomarcadores digitais baseado em smartphone e smartwatch, impulsionado por IA, na detecção de inflamação específica de AP; • prever inflamação específica de AP de forma precisa, factual e clinicamente relevante. Objetivos secundários • determinar a confiabilidade interpessoal do sistema de biomarcadores digitais baseado em IA; • determinar a validade de construto em relação à avaliação clínica da inflamação; • determinar a validade do construto em relação à avaliação da inflamação pelo paciente; • determinar alterações clinicamente relevantes no sistema de biomarcadores digitais suportado por IA; • determinar a diferença mínima detectável no sistema de biomarcadores digitais suportado por IA; • avaliar a variação interpessoal de stress, stress mecânico, e mudanças no microbioma intestinal na ocorrência de inflamação; • valiar a conformidade e a satisfação dos utilizadores com o sistema de monitorização digital utilizando smartphone/smartwatch e baseado em IA. O estudo foi desenhado para desenvolver uma nova forma de medir a inflamação em pacientes com artrite psoriática. Definição de novos biomarcadores optoacústicos de psoríase e artrite psoriática (iPROLEPSIS-MOJMI) Estudo de mastócitos e imagens microvasculares e articulares baseados em optoacústica (iPROLEPSIS-MOJMI). A abordagem multiescala proposta (mesoscópica com RSOM e macroscópica com MSOT) visa explorar e definir novos biomarcadores baseados em imagens, a fim de descrever as alterações fisiopatológicas que caracterizam a doença e possam prever a transição de Psoríase para AP. Por outras palavras, espera-se que a natureza multiescala única da optoacústica torne a microvasculatura da pele uma via para efeitos sistémicos (articulares) posteriores da psoríase e, assim, melhore o prognóstico em futuros pacientes com Psoríase. OBJETIVOS Objetivos principais • Definir novos mastócitos inflamatórios, biomarcadores extraídos por MSOT e RSOM em pacientes com Psoríase/AP. • Quantificar as alterações dos novos mastócitos inflamatórios, biomarcadores extraídos de MSOT e RSOM com o aumento da gravidade da doença. Objetivos secundários • Revelar correlações entre os mastócitos e os biomarcadores inflamatórios extraídos por MSOT e RSOM em pacientes com Psoríase/AP. • Definir um novo índice derivado de mastócitos, recursos baseados em MSOT e RSOM, para permitir a detecção precoce de AP em pacientes com Psoríase ou alto risco de desenvolver Psoríase. Estudo de validação de biomarcadores digitais de inflamação (iPROLEPSIS-IDBV) Encontrar pessoas que transitam de um estado saudável para pessoas com inflamação é uma tarefa difícil na Doença Inflamatória Imunomediada (IMID). Os sintomas iniciais são semelhantes aos de qualquer outro distúrbio músculo-esquelético, como dores nas costas, nos dedos ou problemas no tendão de Aquiles. Com o tempo, os sintomas podem desaparecer temporariamente, tornar-se crónicos ou tornar-se tão graves que é necessário atendimento médico. A identificação precoce de pessoas com IMID beneficiaria consideravelmente a qualidade de vida, mantê-las-ia no trabalho e evitaria custos elevados com cuidados de saúde devido a medicamentos caros. Os biomarcadores digitais irão dar-nos, pela primeira vez, a capacidade de estudar a conversão de distúrbios musculoesqueléticos em doenças inflamatórias das articulações e tendões imunomediadas. O objetivo deste estudo é validar os resultados dos biomarcadores digitais na AP em pacientes com Psoríase. OBJETIVOS Objetivos principais • validar registros precisos, factuais e clinicamente relevantes do sistema autónomo de biomarcadores digitais baseado em smartphone e smartwatch, e suportados por IA, na detecção de inflamação específica de articulações ou tendões do IMID. Objetivos secundários • avaliar a aceitação e aceitabilidade do biomarcador digital "in-the-wild"; • avaliar o impacto dos dados que faltam na detecção de inflamação; • avaliar o número de falsos positivos quando os dados são capturados "in-the-wild"; • avaliar a variação interpessoal de stress e stress mecânico. O objetivo é identificar a inflamação com um dispositivo médico baseado em software. Este software consistirá num algoritmo que analisa dados recolhidos "in-the-wild" por meio de dispositivos inteligentes: smartphone, smartwatch, anel. Prevenção da inflamação da AP através de cuidados digitais: um estudo de intervenção (iPROLEPSIS-PPIDC) Este estudo combina as descobertas dos biomarcadores digitais mais recentes, as primeiras descobertas dos fatores desencadeadores: stress, stress mecânico e alterações no microbioma do estudo de fenotipagem digital, bem como fatores de inflamação da AP (iPROLEPSIS-PDPID), para fornecer uma abordagem personalizada para lidar com os desencadeadores com intervenções de última geração. OBJETIVOS Objetivos principais Em pacientes com AP com baixa atividade da doença, uma intervenção personalizada sobre alimentação, atividade física e stress, com base num perfil individual de stress, stress mecânico e microbioma, será comparada aos cuidados habituais no desenvolvimento da inflamação, conforme detectado pelo sistema de biomarcadores digitais recentemente desenvolvidos e pelo exame clínico. Objetivos secundários • avaliar a aceitação e a aceitabilidade do biomarcador digital e da intervenção como parte do tratamento médico normal entre pacientes, médicos e enfermeiros; • avaliar a adesão à intervenção personalizada.
- Project Objectives and Work Packages | iPROLEPSIS
iProlepsis psoriatic arthritis project is a comprehensive multiscale model employing novel trustworthy AI-based analysis of multisource and heterogenous data. Objetivos e atividades do projeto iPROLEPSIS O projeto pretende elucidar a transição de um estado saudável para AP através de um modelo multiescala/multifatorial de AP que emprege análise baseada em IA de confiança de dados heterogéneos e provenientes de múltiplas fontes (dados de saúde, ambientais, genéticos, comportamentais). Objetivos do projeto O consórcio iPROLEPSIS trabalha em 7 objetivos chave no campo da artrite psoriática (AP). Fatores de inflamação na AP Descobrir fatores de inflamação na AP através da análise guiada por inteligência artificial (IA) de dados de saúde, ambientais e ómicos. Papel dos mastócitos Investigar o papel dos mastócitos e das características da imagiologia da microvascular/articular não-invasiva da pele no rastreamento de sintomas inflamatórios. Intervenções personalizadas Desenvolver intervenções personalizadas baseadas nas tecnologias da informação e comunicação (TIC) para sustentar ou mesmo melhorar a qualidade de vida. Ecossistema cocriativo Co-criar o ecossistema iPROLEPSIS com as principais partes interessadas, seguindo princípios de IA baseados na ética, inclusão e confiança. Biomarcadores digitais Desenvolver e validar biomarcadores digitais que possibilitem o rastreamento de sintomas inflamatórios e da atividade da doença. Modelos de IA de confiança Criar modelos de IA de confiança para a previsão personalizada do risco individual para desenvolver AP, diagnóstico precoce e prognóstico da atividade da doença. Ecossistema de saúde digital Desenvolver e validar clinicamente o ecossistema de saúde digital iPROLEPSIS para capacitar pessoas com AP/em risco de desenvolverem AP e profissionais de saúde. Atividades As 6 atividades reunirão os conhecimentos diversos e complementares dos parceiros do consórcio. WP1 WP2 WP3 WP4 WP5 WP6 Atividade 1: Gestão e coordenação WP1 dedica-se à gestão e coordenação do projeto com o objetivo de permitir um fluxo de trabalho fluído; Garantir uma ótima gestão contratual, administrativa, financeira, científica, técnica, de propriedade intelectual e de inovação; Assegurar a qualidade do projeto e salvaguardar a ética, a conformidade regulamentar e a gestão adequada dos dados. Atividade 2: Mineração de conhecimento, fundação e design participativo A atividade 2 visa criar um conjunto de conhecimentos fundamentais sobre a AP, condições associadas e inflamação; Identificar, recuperar e organizar conjuntos de dados relevantes para as actividades de I&D do projeto; Identificar as necessidades dos utilizadores e colaborar eficazmente com os principais interessados para orientar as questões de investigação e co-criar as ferramentas de cuidados digitais do iPROLEPSIS; Estabelecer e monitorizar práticas para garantir a adesão dos componentes iPROLEPSIS baseados em IA a princípios de IA de confiança. Atividade 3: Investigação sobre os fatores de inflamação da AP e sua monitorização A atividade 3 dedica-se a identificar factores relacionados com a AP e a inflamação associada, tirando partido de dados relevantes para a saúde, novos e existentes, provenientes de várias fontes; Desenvolver biomarcadores digitais baseados em smartphones/smartwatches (dBMs) para avaliar os sintomas inflamatórios da AP; Analisar as alterações nas articulações e na microvasculatura da pele relacionadas com a AP e o papel dos mastócitos na inflamação associada; Através da fusão de dados, desenvolver um modelo de AP multiescalar/multifatorial, com ênfase na previsão da transição de indivíduos de alto risco e doentes com PsO para PsA e de doentes com PsA para um estado inflamatório avançado. Atividade 4: Desenvolvimento do ecossistema de saúde digital iPROLEPSIS para cuidados preventivos personalizados A atividade 4 especificará tecnicamente o ecossistema iPROLEPSIS e criará uma infraestrutura robusta de gestão de dados e plataformas DevOps/MLOps; Através de uma abordagem ágil, desenvolver os produtos mínimos viáveis (MVP) do iPROLEPSIS para cuidados personalizados da AP, incluindo: 1) uma aplicação para doentes que incorpora a monitorização (baseada em dBM) da AP, conhecimentos, intervenções direccionadas e recomendações personalizadas de estilo de vida orientadas por IA, 2) um conjunto de jogos sérios para a saúde e o bem-estar, 3) uma aplicação para os profissionais de saúde que lhes permite monitorizar remotamente os doentes e ver previsões sobre a sua evolução. Atividade 5: Estudos clínicos A atividade 5 desenvolverá os protocolos de estudo e conduzirá o processo de aprovação pelos órgãos competentes; Criação de um sistema para coordenar o recrutamento de participantes e gerir de forma eficiente os dados e relatórios clínicos; Organizar e realizar quatro estudos clínicos: dois estudos de coortes prospectivos multicêntricos para a descoberta e validação de factores de inflamação da AP e biomarcadores digitais, um estudo observacional sobre a AP e as alterações nas articulações e na microvasculatura da pele, e um ensaio controlado aleatorizado multicêntrico de prova de conceito que avalia a eficácia das ferramentas de cuidados digitais iPROLEPSIS. Atividade 6: Disseminação, comunicação e exploração A atividade 6 maximizará a visibilidade do projeto e dos seus resultados e facilitará a troca de conhecimentos através do envolvimento de uma ampla rede de parceiros. Desenvolver conteúdo educacional relacionado sobre AP; Estabelecer um roteiro para aprovação regulatória das ferramentas digitais iPROLEPSIS; Realizar uma análise socioeconómica/de mercado minuciosa e desenvolver planos concretos de exploração conjunta/individual. VISÃO DO PROJETO
- Ética, questões legais, exploração | iPROLEPSIS
Sobre os parceiros do consórcio Dr. Ioannis Drivas DIADIKASIA BUSINESS CONSULTING SYMVOULOI EPICHEIRISEON AE (DBC) Position Principal researcher focusing on the development of digital biomarkers and their translation into healthcare tools and interventions. What is your role in iPROLEPSIS? Project Manager What are your main activities in the project? As Project Manager, I coordinate all iPROLEPSIS-related activities assigned to DBC. What is your motivation? My motivation stems from a strong commitment to upholding ethical and legal standards in research while maximizing the impact and real-world use of the iPROLEPSIS results. Coordination Clinical Experts Data Science Software Development Ethics, Legal and Exploitation Dissemination and Communication
- Pessoas | iPROLEPSIS
Sobre os parceiros do consórcio Coordenador do projeto iPROLEPSIS Coordination About team Software development About team Clinical experts About team Ethics, legal and exploitation About team Data sience About team Dissemination and communication About team
- Centro de Aprendizagem | iPROLEPSIS
Centro de Aprendizagem Explore recursos que o ajudam a compreender e gerir a artrite psoriática. Learning hub Essenciais Manual Notícias Questionários Pesquisa Informações Essenciais sobre a Artrite Psoriática Essenciais Questionários sobre Artrite Psoriática Questionários Pesquisar sobre Artrite Psoriática Pesquisa Manual da Artrite Psoriática Manual Feed de Notícias sobre Artrite Psoriática Notícias
- Questionários | iPROLEPSIS
Centro de Aprendizagem Explore recursos que o ajudam a compreender e gerir a artrite psoriática. Learning hub Essenciais Manual Notícias Questionários Pesquisa Questionários What is psoriatic arthritis? Questionário What are the symptoms of psoriatic arthritis? Questionário How is psoriatic arthritis treated? Drug treatments Questionário How is psoriatic arthritis treated? Self-care and lifestyle Questionário How will psoriatic arthritis affect me? Sleep and Fatigue Questionário How will psoriatic arthritis affect me? Relationships and Family Planning Questionário What causes psoriatic arthritis? Questionário How is psoriatic arthritis diagnosed? Questionário How is psoriatic arthritis treated? Non-pharmacological treatments Questionário How will psoriatic arthritis affect me? Work Questionário How will psoriatic arthritis affect me? Emotional wellbeing Questionário
- Publications About Project | iPROLEPSIS
Read publications about iProlepsis project for psoriatic arthritis. Discover insights and project progress. iPROLEPSIS project publications Modeling Interphalangeal Joints for Swelling Assessment in Psoriatic Arthritis via Smartphone Photographs 4 de fevereiro de 2026 Digital assessment of swollen joints from smartphone photographs can support remote monitoring of patients with inflammatory arthritis, enabling more efficient care delivery. In this study, we propose a method to classify each interphalangeal joint in hand photographs as swollen or not. Read More European advances in digital rheumatology: explainable insights and personalized digital health tools for psoriatic arthritis 19 de maio de 2025 The shift from traditional to technology-based diagnosis and management of psoriatic arthritis (PsA) represents a significant evolution in patient care. Traditionally, PsA was diagnosed and managed through clinical evaluations, physical examinations, and basic imaging techniques. With the evolution of digital technologies, the PsA care is transforming, giving rise to the field of digital rheumatology. In this vein, Europe has invested in research initiatives, like iPROLEPSIS, that could accelerate this transformation and redefine PsA care within a digital world. In this Viewpoint we present the current clinical PsA landscape, highlight the PsA patients' interaction with the digital world, and showcase the novel iPROLEPSIS digital offerings. The latter scaffold digital rheumatology by identifying PsA key drivers. Moreover, they support personalized PsA risk prediction and improve early PsA detection. Furthermore, they enable precise PsA treatment strategies and digital therapeutics within a novel digital health ecosystem. Read More Developing Sensorimotor Art Games for Psoriatic Arthritis using Agile Storyboarding and Game Co-Design Processes 28 de junho de 2024 Serious Games (SGs) have the potential to provide clinical care and enhance patients’ quality of life, while incorporating an element of entertainment. As part of the iPROLEPSIS Horizon Europe project, we introduce two Sensorimotor Art games designed as SGs to assist Psoriatic Arthritis (PsA) patients in managing their symptoms. Read More Can ChatGPT provide appropriate meal plans for NCD patients? 30 de maio de 2024 Dietary habits significantly affect health conditions and are closely related to the onset and progression of non-communicable diseases (NCDs). Consequently, a well-balanced diet plays an important role in lessening the effects of various disorders, including NCDs. Read More Designing Exergames for Psoriatic Arthritis: The Spy and Zen Forest Paradigms 4 de fevereiro de 2026 In addition to biological interventions, traditional treatments often include physiotherapy and exercise to improve range of motion and physical function. However, a prevalence of low consistency, high costs, and lack of engagement leads to high drop-out rates, making these interventions ineffective. Exergames, short for exercise games, provide an accessible alternative to complement traditional interventions, which embed therapeutic movements into game mechanics, motivating patients to remain active and consistent in their rehabilitation routines. Here we present the design of two exergames for PsA, namely The Spy and Zen Forest. Read More Hot topic debate: preventing psoriatic arthritis in patients with psoriasis 11 de novembro de 2024 Can effective treatment of psoriasis (PsO) prevent the development of psoriatic arthritis (PsA)? In a Hot Topic Debate at the 7th World Psoriasis & Psoriatic Arthritis Conference, Dr. Soriano and Dr. Ogdie, both experts in the field, presented contrasting views based on existing research and clinical studies.1 Dr. Soriano argued that biologic treatments for PsO may reduce PsA risk, citing several retrospective studies. On the other hand, Dr. Ogdie argued that current observational data are plagued by biases, making it difficult to conclude whether biologics play a protective role. The session outlined the complexity of this issue, with both speakers agreeing on the need for prospective randomised controlled trials, such as the ongoing PAMPA study, to provide definitive answers. Prof. Laura Coates added that identifying at-risk patients and intervening early to potentially prevent PsA may point to a strategic research approach to address these unanswered questions. Read More “The Kite” Breathing Serious Game: Agile Co-Design for Psoriatic Arthritis 27 de junho de 2024 Serious Games (SGs) have been explored in healthcare for their potential as gamified means for disease assessment and/or intervention. Designing effective SGs requires attention to user requirements and iterative development. We introduce a SG design process for Psoriatic Arthritis (PsA) patients, aiming to enhance their quality of life. Read More AI nutrition recommendation using a deep generative model and ChatGPT 31 de maio de 2024 In recent years, major advances in artificial intelligence (AI) have led to the development of powerful AI systems for use in the field of nutrition in order to enhance personalized dietary recommendations and improve overall health and well-being. Read More Co-Designing Mobile Serious Games to Support Patients With Psoriatic Arthritis and Chronic Pain: Mixed Methods Study 3 de fevereiro de 2026 This study aimed to co-design mobile serious games—NoPain Games—to support patients with PsA in managing chronic pain. Conducted within the iPROLEPSIS Horizon Europe project, the study involved a multidisciplinary cocreation session with rheumatologists, researchers, and technical experts, followed by a usability feedback session with patients with PsA. The goal was to identify therapeutic priorities, refine game mechanics, and assess usability to inform the development of personalized, accessible digital interventions. Read More Digital biomarkers for psoriatic arthritis: a qualitative focus group study on patient-perceived opportunities and barriers 30 de outubro de 2024 The widespread adoption of wearables, for example, smartphones and smartwatches in the daily lives of the general population, allows passive monitoring of physiological and behavioural data in the real world. This qualitative study explores the perspective of psoriatic arthritis (PsA) patients towards these so-called digital biomarkers (dBMs). Read More ChatGPT in Nutrition: Trends Challenges and Future Directions 26 de junho de 2024 A healthy and balanced diet is of paramount importance to the physical and psychological well-being of an individual, since unhealthy dietary choices have been linked with the occurrence of non-communicable diseases. Read More Developing Exergames for Psoriatic Arthritis using Agile Storyboarding and Game Design Processes 26 de junho de 2024 Serious Games (SGs) offer significant potential in healthcare for disease assessment and intervention, enhancing patients’ quality of life. Exercise SGs, or Exergames, promote physical activity and mobility in a gamified environment, encouraging tailored exercises based on individual abilities and needs. Read More
- Gerenciando a artrite psoriásica | iPROLEPSIS
Centro de Aprendizagem Explore recursos que o ajudam a compreender e gerir a artrite psoriática. Learning hub Essenciais Manual Notícias Questionários Pesquisa Manual da Artrite Psoriática Gerir a Artrite Psoriática: Tratamentos e Estilo de Vida Handbook Handbook 2 Como é que a artrite psoriática é tratada? Embora não exista cura para a artrite psoriática, existem vários medicamentos para controlar a doença e os seus sintomas (3). Os medicamentos específicos para a artrite psoriática centram-se em: TRATAMENTOS MEDICAMENTOSOS abrandar a progressão da doença; reduzir a inflamação; aliviar a dor; tratar os sintomas cutâneos; manter a mobilidade das articulações. Para a maior parte das pessoas, o tratamento da artrite psoriática implica a administração de vários medicamentos diferentes. Uma vez que muitas pessoas com artrite psoriática têm psoríase, gerir a condição pode parecer como tratar duas doenças. Alguns tratamentos atuam em ambas as doenças, enquanto outros atuam principalmente na artrite ou nos problemas de pele. Cada pessoa diagnosticada com artrite psoriática é diferente. Os médicos recomendam determinados tratamentos consoante: quantas e quais as partes do corpo afetadas; a gravidade da doença; alergias a medicamentos e outros problemas de saúde; utilização atual de medicamentos. Muitas vezes, as pessoas com artrite psoriática podem necessitar de tomar mais do que um medicamento ao mesmo tempo para controlar a doença - a isto chama-se terapêutica combinada. A terapêutica combinada pode permitir a utilização de doses mais baixas de cada medicamento. Durante os surtos, podem ser acrescentados outros medicamentos, temporariamente ou a longo prazo.É importante participar na tomada de decisões partilhadas com o(s) seu(s) médico(s) e aderir ao plano de tratamento. Deve comunicar quaisquer problemas com os medicamentos, tais como efeitos secundários ou dificuldades na adesão ao plano de tratamento, para que possam ser tomadas medidas eficazes para resolver o(s) problema(s) TRATAMENTO DA ARTRITE Os medicamentos de venda livre e os medicamentos sujeitos a receita médica para a artrite psoriática incluem: anti-inflamatórios não esteroides (AINE); medicamentos esteroides (corticosteroides); medicamentos antirreumáticos modificadores da doença (DMARDs). Ver secção correspondente no Informações Essenciais h2.1 Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) Os AINEs podem ajudar a aliviar a dor e a reduzir a inflamação, mas podem não ser suficientes para tratar os sintomas da artrite psoriática (9). Existem dois tipos de AINEs: AINEs tradicionais, como o ibuprofeno, o naproxeno e o diclofenac; Inibidores da COX-2, como o celecoxib e o etoricoxib. Como todos os medicamentos, os AINEs podem ter efeitos secundários. O seu médico tomará precauções para reduzir o risco de efeitos secundários, prescrevendo a dose mais baixa necessária para controlar os seus sintomas durante o menor tempo possível. Os AINE podem por vezes afetar o estômago e os intestinos, causando problemas digestivos, como indigestão e úlceras gástricas (17). Pode também ser prescrito um medicamento chamado inibidor da bomba de protões (IBP), como o omeprazol ou o lansoprazol, para ajudar a proteger o estômago. O tratamento crónico com AINEs pode também aumentar o risco de ataques cardíacos, acidentes vasculares cerebrais e outros problemas cardíacos (17). Informe o seu médico se existirem fatores de risco que possam aumentar o seu risco global, por exemplo, tabagismo, tensão arterial elevada, colesterol elevado, diabetes ou antecedentes familiares de doença cardíaca. Algumas pessoas reportam que tomar AINEs piorou os sintomas da psoríase. Informe o seu médico se isto lhe acontecer. Medicação esteroide (corticosteroides) Tal como os AINE, os corticosteroides podem ajudar a reduzir a inflamação e a dor (18). Se tiver uma única articulação dolorosa e/ou inchada, o seu médico pode injetar o medicamento diretamente na articulação. O efeito pode durar de algumas semanas a vários meses. No entanto, a administração de demasiadas injeções de esteroides na(s) mesma(s) articulação(ões) pode danificar o tecido circundante e, por isso, o seu médico não recomendará, normalmente, mais de três injeções por ano. Quando muitas articulações estão inflamadas, os corticosteroides podem ser tomados sob a forma de comprimidos ou de injeção no músculo. No entanto, os médicos são cautelosos, porque os corticosteroides podem causar efeitos secundários, tais como aumento de peso e osteoporose, aumento do risco de infeção e eventos cardiovasculares, se utilizados durante longos períodos de tempo. Devido a estes efeitos secundários, o seu médico prescrever-lhe-á a dose mais baixa necessária para controlar os seus sintomas durante o menor tempo possível. A psoríase pode reaparecer quando se deixa de usar corticosteroides orais. Medicamentos antirreumáticos modificadores da doença (DMARDs) Os DMARDs são medicamentos potentes que reduzem a inflamação e podem impedir o agravamento da artrite psoriática (19). Os DMARDs podem ajudar a evitar danos nas articulações. Muitos DMARDs tratam tanto a psoríase como a artrite psoriática. Uma vez que este tipo de medicamento trata a causa da sua doença e não os sintomas, pode demorar até três meses até sentir um efeito. Por isso, é importante continuar a tomar a medicação, mesmo que não pareça estar a funcionar no início. Como todos os medicamentos, os DMARDs podem ter alguns efeitos secundários. Embora os DMARDs possam ser muito eficazes, estes medicamentos reduzem a atividade do sistema imunitário (imunossupressores) e aumentam o risco de infeção. No entanto, é importante lembrar que o não tratamento da artrite psoriática pode levar a danos permanentes nos ossos e nas articulações. Existem três tipos de DMARDs, conforme descrito na Tabela 1 . Tabela 1: Tipos de medicamentos antirreumáticos modificadores da doença. Tradicional Os DMARD tradicionais (csDMARD) são os utilizados há mais tempo e têm um efeito imunossupressor alargado. Estes medicamentos são geralmente tomados por via oral. Exemplo: metotrexato, sulfassalazina. Biológico Os DMARDs biológicos (bDMARDs) interrompem etapas fundamentais do processo inflamatório e, em geral, atuam mais rapidamente do que os DMARDs tradicionais. Estes medicamentos são normalmente injetados. Exemplo: adalimumab, etanercept. Direcionado Tal como os DMARDs biológicos, os DMARDs direcionados (tsDMARDs) bloqueiam etapas fundamentais do processo inflamatório. Estes medicamentos são normalmente tomados por via oral. Exemplo: tofacitinib. TRATAMENTO DA PSORÍASE Os medicamentos de venda livre e os medicamentos sujeitos a receita médica para a psoríase incluem: medicamentos tópicos à base de vitamina D, derivados da vitamina A, ácido salicílico, alcatrão de carvão ou corticosteroides; a fototerapia que utiliza luz ultravioleta (UVB) pode ser prescrita para tratar e atenuar as erupções cutâneas. Apenas o seu médico deve prescrever fototerapia: não tente usar a luz solar ou lâmpadas solares para tratar a sua pele por sua iniciativa; alguns DMARDs e terapias biológicas utilizados para a artrite também podem ajudar a psoríase. VACINAS Se tem artrite psoriática, pode ter um maior risco de infeção e as infeções podem ser mais graves (20). Isto pode dever-se à própria artrite ou ao seu tratamento. A artrite psoriática, que é causada por uma falha do sistema imunitário, aumenta a vulnerabilidade a infeções. Além disso, alguns dos medicamentos utilizados para tratar a artrite psoriática (por exemplo, DMARDs e/ou esteroides) atenuam o sistema imunitário, ou seja, atuam como imunossupressores, o que também pode aumentar a propensão a infeções. Um risco aumentado de infeção devido a uma doença e/ou medicamentos é designado por imunossupressão. O seu reumatologista pode fornecer orientações com base na sua idade e no seu risco de contrair determinadas doenças infeciosas (por exemplo, COVID-19, gripe, pneumonia, herpes zóster ou hepatite B). As vacinas são seguras e podem ajudar a evitar infeções graves. Ver secção correspondente no Informações Essenciais Non-pharmacological treatments TRATAMENTOS NÃO FARMACOLÓGICOS Os medicamentos não são a única forma de tratar ou gerir os sintomas da artrite psoriática. Há muitas coisas que pode fazer, para além de tomar a medicação prescrita, que podem melhorar a sua qualidade de vida, diminuindo a dor e a inflamação e melhorando a sua saúde em geral. A SUA VOZ É IMPORTANTE As suas experiências - como estão a funcionar as suas terapias, que efeitos secundários está a sentir, o impacto dos seus sintomas, que desafios está a enfrentar na sua vida diária devido à artrite psoriática - são informações muito importantes. Estas informações são designadas por resultados reportados pelos doentes (PROs) e podem ser recolhidos através de questionários antes da consulta de reumatologia. Os PROs podem ajudar o seu médico a avaliar o impacto da sua doença e a avaliar melhor o seu plano de tratamento. Estes questionários podem também ajudar a autogerir a sua doença. Alguns dos questionários que o seu reumatologista pode utilizar são: PSAID (Psoriatic Arthritis Impact of Disease): mede o impacto da sua doença na sua saúde física e psicológica; EVA (Escala Visual Analógica): uma ferramenta simples para registar e medir a sua dor; IPAQ (International Physical Activity Questionnaire): mede os tipos de intensidade da atividade física e do tempo sentado no seu dia a dia; HAQ (Health Assessment Questionnaire): mede a função física e a incapacidade devido à artrite; FACIT-F (Functional Assessment of Chronic Illness Therapy - Fatigue): mede a fadiga causada pela artrite; WPAI (Work Productivity and Activity Impairment): mede as incapacidades no trabalho e nas atividades; HADS (Hospital Anxiety and Depression Scale): mede os níveis de ansiedade e depressão; PsAQoL (Psoriatic Arthritis Quality of Life): mede a qualidade de vida em pessoas com artrite psoriática; EQ-5D (EuroQol-5 Dimensions): mede a qualidade de vida em relação a 5 dimensões - mobilidade, atividades habituais, cuidados pessoais, dor e desconforto, e ansiedade e depressão; SF-36 (Short Form-36): mede a qualidade de vida e abrange 8 domínios da saúde - funcionamento físico, desempenho físico, dor, saúde geral, vitalidade, função social, desempenho emocional e saúde mental. Por isso, se o seu médico ou enfermeiro lhe pedirem para preencher um questionário, por favor, dedique algum tempo a fazê-lo e responda com honestidade! TERAPIA FÍSICA E OCUPACIONAL A inflamação das articulações e dos tecidos moles pode frequentemente provocar dores extremas, imobilidade e disfunção. Além disso, a artrite pode levar a dificuldades nas atividades diárias em casa e no local de trabalho. A fisioterapia e a terapia ocupacional podem ajudar a movimentar-se de forma segura e eficaz. A fisioterapia tem maior impacto se estiver a sofrer de (21): perda de movimento devido a inflamação no ombro, pulso, mão, joelho ou pé; entesite ou dactilite graves; dores inflamatórias nas costas. A fisioterapia centrar-se-á em (21): melhorar a mobilidade e restaurar a utilização das articulações afetadas; aumentar a força muscular para apoiar as articulações; manter a forma física; preservar a capacidade de realizar as atividades diárias. Ver secção correspondente no Informações Essenciais h2.3 A terapia ocupacional também pode ser útil, especialmente se tiver dificuldades nas atividades diárias. A terapia ocupacional pode ajudar a maximizar a sua capacidade de participar nas atividades diárias. As estratégias incluem a utilização de produtos de apoio (por exemplo, suportes ortopédicos, talas) e a modificação do movimento para ajudar as pessoas a proteger as articulações, realizando tarefas de formas diferentes das que estão habituadas (por exemplo, utilizando as duas mãos). CIRURGIA A maioria das pessoas diagnosticadas com artrite psoriática nunca precisará de cirurgia nas articulações. No entanto, se as articulações estiverem gravemente danificadas pela artrite, ou se outros tratamentos não reduzirem a dor, as articulações danificadas podem ser substituídas por próteses de plástico, metal ou cerâmica para reduzir a dor e melhorar a função e a qualidade de vida. TRATAMENTOS COMPLEMENTARES Algumas pessoas com artrite psoriática consideram que as terapias complementares podem ser úteis. No entanto, deve falar sempre com o seu médico antes de experimentar terapias complementares. Não existem provas científicas que sustentem que a toma de qualquer tipo de suplemento alimentar, como cápsulas de óleo de peixe, funcione no tratamento da artrite psoriática. Além disso, não existem provas científicas suficientes para apoiar a utilização de terapias complementares, como a balneoterapia ou a acupunctura, como tratamentos para a artrite psoriática. As terapias complementares podem interagir com outros tratamentos, pelo que deve falar com o seu médico se estiver a utilizar ou a pensar utilizar alguma delas. Ver secção correspondente no Informações Essenciais CUIDADOS PESSOAIS E ESTILO DE VIDA Comportamento sedentário Os comportamentos sedentários, caracterizados por períodos prolongados de permanência na posição sentada, quando acumulados diariamente durante mais de 8 horas ou mantidos por períodos superiores a 30 minutos sem interrupção, constituem um risco para a saúde e o bem-estar. h2.4 h2.5 De qualquer forma, os efeitos benéficos da atividade física e do exercício sobre a doença, o bem-estar e as comorbilidades associadas superam o risco de entesite induzida por stress mecânico, que é baixo (25). Dieta Embora não exista uma dieta específica que possa tratar a artrite psoriática, a adoção de um plano alimentar nutritivo e equilibrado pode desempenhar um papel vital na gestão dos sintomas e na melhoria do bem-estar geral. A investigação sugere que a adoção de uma dieta de estilo mediterrânico (Figura 3 , lado esquerdo), que inclui frutas, legumes, fibras, gorduras de alta qualidade e vitaminas, pode diminuir o impacto da artrite psoriática (26). Este tipo de dieta tem benefícios anti-inflamatórios que ajudam a gerir a atividade da doença. Assim, experimentar esta abordagem alimentar pode ajudar a aliviar os seus sintomas da artrite psoriática. A incorporação de ácidos gordos ómega 3 , normalmente encontrados em peixes gordos (como o salmão, a cavala ou as sementes de linhaça), também pode ter efeitos anti-inflamatórios, reduzindo potencialmente a rigidez e a sensibilidade das articulações (27). Os antioxidantes presentes nos frutos e legumes coloridos (como as bagas, os espinafres e a couve) também oferecem propriedades anti-inflamatórias potentes que podem aliviar a inflamação e o desconforto das articulações nas pessoas que sofrem de artrite psoriática. Em geral, recomenda-se uma ingestão equilibrada de 2 a 5 porções de fruta e 3 a 5 porções de legumes por dia, uma vez que estes alimentos ricos em nutrientes fornecem antioxidantes essenciais que podem contribuir para gerir a inflamação das articulações e a saúde em geral. Figura 3: Padrões alimentares benéficos (do lado esquerdo) e prejudiciais (do lado direito). Adaptado de Guilliams et al., 2023 (28). Reduzir a ingestão de açúcar , gorduras saturadas , e sódio pode ajudar a manter um peso saudável. A obesidade está associada a uma maior probabilidade de desenvolver artrite psoriática, o que sublinha a importância da gestão do peso, especialmente para os doentes com psoríase que sofrem frequentemente de síndrome metabólica e obesidade (29). Nas pessoas que vivem com artrite psoriática, os estudos sugerem que o comportamento sedentário pode contribuir para o aumento da rigidez das articulações, a redução da força muscular e o comprometimento da função articular. Além disso, um estilo de vida sedentário pode exacerbar sintomas como a fadiga e a depressão, que são comuns na artrite psoriática. Embora os mecanismos exatos não sejam totalmente compreendidos, manter um estilo de vida ativo é geralmente considerado benéfico para gerir os sintomas da artrite psoriática. Os riscos do comportamento sedentário aumentam ainda mais quando as pessoas são inativas, ou seja, não cumprem as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) para a atividade física, descritas a seguir. Atividade física Está provado que a prática regular de atividade física tem inúmeros benefícios para as pessoas que sofrem de artrite psoriática. A atividade física diz respeito a todos os movimentos corporais resultantes da contração muscular, independentemente do contexto em que são realizados: lazer, transporte de e para os locais, ou como parte do trabalho de uma pessoa. A atividade física pode ajudar a melhorar a flexibilidade das articulações, reduzir a inflamação e melhorar a função global das articulações. Além disso, a atividade física pode contribuir para uma melhor saúde mental, uma vez que pode ajudar a aliviar os sintomas de depressão e ansiedade que estão frequentemente associados a doenças crónicas como a artrite psoriática. A atividade física também desempenha um papel na gestão do peso, o que é essencial, uma vez que o excesso de peso pode aumentar o stress nas articulações (22). De acordo com a OMS, recomenda-se a acumulação de, pelo menos, ~20 minutos por dia de atividade física, como uma caminhada (23). Esta recomendação é também adotada pela Aliança Europeia de Associações de Reumatologia (EULAR) (24). Uma atividade física de 20 minutos de intensidade moderada corresponde a uma acumulação de cerca de 2000 passos. Considerando uma atividade funcional de 4500 passos por dia, associada à realização de atividades da vida diária, tais como cuidar de si, cozinhar, limpar, deslocar-se para e do trabalho/escola, as recomendações da OMS, quando expressas em número total de passos por dia, representam a soma dos dois tipos de atividade e correspondem a uma acumulação de 6500 passos diários em condições de vida normais. Exercício físico Os tipos de exercício mais benéficos para a artrite psoriática centram-se na melhoria da flexibilidade, da força e da aptidão cardiovascular, sem causar stress excessivo nas articulações. São frequentemente recomendadas atividades de baixo impacto, como a natação, a caminhada e o ciclismo. Os exercícios de treino de força, incluindo o treino de resistência e o ioga suave, podem ajudar a melhorar o suporte muscular à volta das articulações. Os exercícios na água são particularmente vantajosos, uma vez que proporcionam flutuabilidade, reduzindo o impacto nas articulações. Os benefícios destes exercícios incluem o aumento da mobilidade articular, a redução da dor e da rigidez, a melhoria do tónus muscular e um melhor bem-estar geral. As pessoas que vivem com artrite psoriática devem adotar uma rotina de atividade física adaptada, tendo em conta os seus sintomas e limitações específicas. Uma vez que o stress mecânico, no caso de uma crise inflamatória, pode promover o aparecimento de entesite, é necessário controlar a inflamação antes de aumentar o nível de atividade física habitual ou de iniciar um programa de exercício. A aplicação iPROLEPSIS pretende ajudar a limitar os comportamentos sedentários, aumentar a atividade física e melhorar a capacidade funcional diária com recomendações específicas e seguras de programas de treino (para mais informações, consulte a secção “iPROLEPSIS”). O excesso de peso pode aumentar o desconforto e a inflamação das articulações, especialmente nas articulações que suportam carga (como as ancas, os joelhos e a coluna). Por isso, tenha em atenção as suas escolhas alimentares, uma vez que estas podem ajudar a gerir os seus sintomas. A vitamina D ajuda na absorção do cálcio, que é necessário para manter os ossos saudáveis. Além disso, a vitamina D ajuda a reforçar o nosso sistema imunitário, a combater os vírus e a combater a fadiga. Foi mesmo associada ao bom humor, com uma deficiência que pode levar à ansiedade e à depressão. A vitamina D é uma vitamina lipossolúvel que o nosso corpo produz quando a pele é exposta à luz solar. Também pode ser obtida através de certos alimentos ou suplementos. Esta vitamina tem várias formas, mas as mais importantes são a vitamina D2 (ergocalciferol) e a vitamina D3 (colecalciferol). A vitamina D3 é a forma que a nossa pele produz naturalmente em reação à luz solar. Os estudos indicam que as pessoas com artrite psoriática têm frequentemente níveis de vitamina D mais baixos do que as outras pessoas (30). Ter vitamina D suficiente pode ajudar a aliviar alguns sintomas da artrite psoriática. A melhor forma de o garantir é através de uma exposição solar adequada. Passar cerca de 10 a 30 minutos ao sol entre as 10 e as 15 horas, pelo menos duas vezes por semana, é geralmente suficiente para a maioria das pessoas produzirem vitamina D. O tempo exato necessário depende de fatores como o tipo de pele, a latitude, a altitude e a estação do ano. O Medical Board of the National Psoriasis Foundation recomenda a suplementação de vitamina D para os doentes com artrite psoriática e incentiva os doentes com excesso de peso ou obesos a explorarem a redução de peso através de uma dieta controlada (31). No entanto, deve aconselhar-se com o seu médico. A hidratação é outro aspeto fundamental muitas vezes ignorado, mas crucial na gestão da artrite psoriática. Embora não existam diretrizes de hidratação específicas para as pessoas com artrite psoriática, beber cerca de dois litros de água por dia, não só ajuda a manter a saúde geral (32), mas também ajuda na lubrificação das articulações e no seu funcionamento eficiente, aliviando o desconforto associado ao movimento. Alguns indivíduos consideram que determinados alimentos podem despoletar ou exacerbar os sintomas da artrite psoriática. Embora possam variar de indivíduo para indivíduo, os mais comuns incluem carne vermelha e processada, gorduras de baixa qualidade, sal e aditivos e hidratos de carbono refinados ( Figura 3 ; lado direito). Monitorizar a sua dieta e identificar potenciais alimentos desencadeadores de surtos através de uma abordagem dietética sistemática ou sob a orientação de um profissional de saúde pode ajudar a gerir a dor, a fadiga e os surtos (33). É essencial procurar a orientação de um profissional de saúde ou de um nutricionista especializado em artrite psoriática para desenvolver um plano alimentar personalizado (28) adaptado às preferências e necessidades individuais. Um plano personalizado tem como objetivo garantir uma ingestão suficiente de nutrientes, controlar o peso e promover o bem-estar geral, abordando os desafios únicos associados à artrite psoriática. Além disso, a adoção de um estilo de vida saudável, incluindo uma atividade física consistente, a gestão do stress e uma dieta equilibrada, tem um potencial significativo para melhorar a qualidade de vida das pessoas com artrite psoriática. Tabagismo e consumo de álcool Fumar é mau para a sua saúde em geral, pois aumenta a probabilidade de potenciais complicações, como problemas cardíacos e cancro. Fumar também pode reduzir a eficácia do tratamento e agravar os sintomas da psoríase (34, 35). O álcool pode interferir com a eficácia de alguns medicamentos ou aumentar os efeitos secundários (36, 37). Alguns estudos também sugerem que o álcool pode atuar como um gatilho para os surtos (38). Ver secção correspondente no Informações Essenciais Informações Essenciais Página anterior Próxima página
- Project Consortium | iPROLEPSIS
The consortium of iProlepsis project for psoriatic arthritis consists of 15 partners from 9 countries. Discover more about project by visiting our website. Sobre os parceiros do consórcio Coordenador do projeto iPROLEPSIS Universidade Aristóteles de Salónica Consórcio é constituido por 15 parceiros de 9 países. Parceiros do consórcio iPROLEPSIS
- Entendendo a Artrite Psoriásica | iPROLEPSIS
Centro de Aprendizagem Explore recursos que o ajudam a compreender e gerir a artrite psoriática. Handbook Learning hub Essenciais Manual Notícias Questionários Pesquisa Handbook 1 Manual da Artrite Psoriática Compreender a Artrite Psoriática h1.1 O que é a artrite psoriática? A artrite psoriática é um tipo de artrite associada à psoríase, uma doença crónica da pele e das unhas. A psoríase provoca erupções cutâneas vermelhas e escamosas na pele, e unhas grossas com ponteado semelhante a um dedal. A artrite psoriática caracteriza-se por inchaço (inflamação), dor e rigidez das articulações e pode afetar qualquer articulação periférica, como os dedos das mãos e dos pés, os joelhos e/ou a coluna vertebral. Também afeta os locais de inserção dos tendões ou ligamentos nos ossos (entesite). Entre 20-40% das pessoas com psoríase desenvolverão artrite psoriática (1, 2). Os sintomas que afetam as articulações tendem a desenvolver-se 5 a 10 anos após o diagnóstico da psoríase, mas podem ocorrer em qualquer altura (3). Atualmente, não é claro porque é que algumas pessoas com psoríase desenvolvem artrite psoriática e outras não. Na artrite psoriática, a artrite pode apresentar-se sob 3 formas: artrite oligoarticular que afeta 4 ou menos articulações periféricas (por exemplo, os dedos das mãos e/ou dos pés e os joelhos); artrite poliarticular que envolve 5 ou mais articulações periféricas em ambos os lados do corpo; e artrite axial que afeta as articulações da coluna vertebral, incluindo a articulação sacroilíaca (onde a coluna vertebral se liga à pélvis). Algumas pessoas podem desenvolver psoríase depois ou ao mesmo tempo que os sintomas da artrite psoriática se manifestam (4). Em casos raros, as pessoas podem ter artrite psoriática e nunca apresentar quaisquer sintomas visíveis de psoríase. A artrite psoriática e a psoríase são doenças inflamatórias crónicas causadas por uma falha no sistema imunitário. O nosso sistema imunitário protege-nos de infeções e doenças. Ver secção correspondente no Informações Essenciais O que causa a artrite psoriática? Embora a artrite psoriática possa ocorrer em qualquer idade, a maioria das pessoas apresenta os seus primeiros sinais e sintomas entre os 30 e os 60 anos. É mais provável que a artrite psoriática seja diagnosticada nos primeiros dez anos após o diagnóstico de psoríase (3). A artrite psoriática afeta igualmente ambos os sexos. No entanto, as manifestações em termos de gravidade e impacto da doença diferem entre os sexos. Os homens são mais suscetíveis de ter envolvimento dos ossos da coluna vertebral (artrite axial) e danos radiográficos na coluna vertebral e nas articulações periféricas (por exemplo, dedos das mãos, joelhos e dedos dos pés), enquanto as mulheres são mais suscetíveis de ter menor qualidade de vida e limitações graves da funcionalidade (5). Os investigadores não sabem ao certo porque é que algumas pessoas desenvolvem artrite psoriática. Pensa-se que certos genes herdados dos pais e avós podem tornar uma pessoa mais suscetível de desenvolver artrite psoriática (6-8). h1.2 Nas pessoas com uma maior predisposição genética para desenvolver artrite psoriática, a doença pode ser desencadeada por fatores ambientais, tais como • uma infeção (9); • um acidente ou ferimento (10, 11); • excesso de peso (12); • fumar (13, 14). A psoríase e a artrite psoriática não são contagiosas. Não se pode apanhar psoríase ou artrite psoriática de outras pessoas. Ver secção correspondente no Informações Essenciais Quais são os sintomas da artrite psoriática? Os sintomas da artrite psoriática desenvolvem-se normalmente de forma lenta, ou seja, muitas pessoas não se apercebem de que estão a desenvolver artrite psoriática (Figura 1). No entanto, em casos mais raros, os sintomas podem desenvolver-se subitamente. Alguns dos principais sintomas incluem (15): dor numa ou mais articulações; inchaço numa ou mais articulações; rigidez numa ou mais articulações que se mantém durante 30 minutos ou mais. Estes sintomas são causados pela inflamação e podem afetar qualquer articulação do corpo. Ver na Figura 2 as articulações mais frequentemente afetadas. Ver secção correspondente no Informações Essenciais h1.3 A artrite psoriática pode causar dor e inchaço nas enteses, ou seja, nos locais do corpo onde os tendões e os ligamentos se ligam aos ossos (15). Quando as enteses ficam inflamadas, dá-se o nome de entesite. A dor da entesite pode espalhar-se por uma área mais vasta do que a dor nas articulações. Ocorre frequentemente na parte de trás do calcanhar ou na parte inferior do pé, o que pode dificultar a posição de pé ou a marcha. As áreas afetadas são sensíveis ao toque, mesmo quando se aplica apenas uma pequena pressão. Os joelhos, as ancas, os cotovelos e o peito também podem ser afetados pela entesite. Muitas pessoas com artrite psoriática têm os dedos das mãos ou dos pés inchados, uma condição conhecida como dactilite (15) (Figura 1). É mais frequente afetar um ou dois dedos das mãos ou dos pés de cada vez. A artrite psoriática também pode causar pequenas marcas redondas nas unhas das mãos e/ou dos pés (semelhantes a um dedal), uma condição conhecida como pitting. As unhas podem mudar de cor, tornar-se mais espessas ou mesmo descolar-se do dedo (15). As pessoas que sofrem de artrite psoriática podem sentir-se muito cansadas (fadiga) e algumas podem ter febre baixa. A fadiga não melhora com o repouso. Os sintomas da artrite psoriática podem ir e vir. Um período de aumento da inflamação e de agravamento de outros sintomas é designado por surto. Um surto pode durar dias ou meses. Ver secção correspondente no Informações Essenciais h1.5 Como é diagnosticada a artrite psoriática? Um diagnóstico atempado e preciso é um passo importante para otimizar os cuidados e melhorar os resultados de saúde a longo prazo (16). Se lhe foi diagnosticada psoríase no passado e os sintomas de artrite (por exemplo, articulações doridas ou inchadas) começaram mais recentemente, pode ter desenvolvido artrite psoriática. No entanto, os sintomas da artrite psoriática podem parecer-se com outros problemas de saúde. Consulte o seu médico para obter um diagnóstico. O médico que consulta primeiro pode depender de já lhe ter sido diagnosticada psoríase. Se desenvolver sintomas de artrite, o seu médico de família ou dermatologista deve fazer o encaminhamento para um reumatologista - um médico especializado no diagnóstico e tratamento das doenças que afetam o sistema musculosquelético - para uma avaliação. Informe o seu médico se tem antecedentes de psoríase e/ou artrite psoriática na sua família. ATUALMENTE, NENHUM TESTE ÚNICO PODE CONFIRMAR A ARTRITE PSORIÁTICA (15). O diagnóstico será efetuado com base na sua história clínica, nos seus sintomas e no exame físico realizado pelo médico. O médico pode pedir radiografias ou outros tipos de imagiologia, como ecografias e ressonância magnética (RM), para procurar alterações nos ossos e nas articulações. Os estudos imagiológicos ajudarão o médico a determinar o tipo e o padrão de envolvimento das articulações, o que também pode ajudar a distinguir os tipos de artrite. As análises ao sangue, como a velocidade de sedimentação dos eritrócitos e a proteína C-reactiva, podem ajudar a identificar a inflamação. O médico pode também pedir análises para detetar o fator reumatoide e o anticorpo anti-CCP para excluir a artrite reumatoide, e os tipos de HLA-B para procurar a predisposição genética para a espondilartrite. Ver secção correspondente no Informações Essenciais h1.4 Informações Essenciais Página anterior Próxima página
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