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Centro de Aprendizagem

Explore recursos que o ajudam a compreender e gerir a artrite psoriática.

Pesquisa

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  • Ética, questões legais, exploração | iPROLEPSIS

    Sobre os parceiros do consórcio Dr. Ioannis Drivas DIADIKASIA BUSINESS CONSULTING SYMVOULOI EPICHEIRISEON AE (DBC) Position Principal researcher focusing on the development of digital biomarkers and their translation into healthcare tools and interventions. What is your role in iPROLEPSIS? Project Manager What are your main activities in the project? As Project Manager, I coordinate all iPROLEPSIS-related activities assigned to DBC. What is your motivation? My motivation stems from a strong commitment to upholding ethical and legal standards in research while maximizing the impact and real-world use of the iPROLEPSIS results. Coordination Clinical Experts Data Science Software Development Ethics, Legal and Exploitation Dissemination and Communication

  • Contatos | iPROLEPSIS

    We welcome your comments or questions about iPROLEPSIS project!​ Feel free to contact us by filling in the form to submit your comments or questions.​ Coordenador do Projeto Prof. Leontios Hadjileontiadis Coordenador do Projeto Universidade Aristóteles de Salónica Contact us We welcome your comments or questions about iPROLEPSIS! Please contact us by filling in the form below to submit your comments or questions. Ask your question or write a comment First name Last name Email Write a message I have read and agree to the Privacy policy SUBMIT Thanks for submitting! Por favor tome nota de que não oferecemos aconselhamento médico. Para discutir sintomas ou condições, entre em contato com o seu médico ou outro profissional de saúde.

  • Project Consortium | iPROLEPSIS

    The consortium of iProlepsis project for psoriatic arthritis consists of 15 partners from 9 countries. Discover more about project by visiting our website. Sobre os parceiros do consórcio Coordenador do projeto iPROLEPSIS Universidade Aristóteles de Salónica Consórcio é constituido por 15 parceiros de 9 países. Parceiros do consórcio iPROLEPSIS

  • Project Vision and Impact Maximization | iPROLEPSIS

    iProlepsis project for psoriatic arthritis uses multi-source data analysis for guiding to a novel personalised digital care ecosystem and maximizes the impact. iPROLEPSIS: visão do projeto e maximização do impacto Estudar a transição de um estado saudável para AP através da análise de dados de múltiplas fontes, com o objetivo de desenvolver um ecossistema de cuidados digitais personalizados. Maximizar o impacto através da transparência, visibilidade, networking e reutilização de resultados. Visão do projeto Análise de dados, objetivos do projeto iPROLEPSIS, internet das coisas e aplicação móvel Sobre artrite psoriática A Artrite Psoriática (AP) é uma doença inflamatória crónica, que afeta o esqueleto periférico e axial, com impacto grave na qualidade de vida dos doentes. Estima-se que 1-2% da população tenha AP, ou seja, 5 a 10 milhões de pessoas na UE são afetadas por esta doença. A AP está associada à psoríase (PsO) e estima-te que até 30% das pessoas que vivem com PsO, ou seja, pelo menos 100 milhões de pessoas em todo o mundo (OMS), desenvolvam AP. O objetivo O objetivo do iPROLEPSIS é propor um novo ecossistema que envolve mecanismos de recolha de dados do mundo real (RWD) e um poderoso sistema de apoio à decisão para fornecer novos conhecimentos sobre os fatores chave que influenciam a transição de um estado saudável para AP, adotando um abordagem multiescala/multifatorial. Assim, com o uso de modelos baseados em xAI, iPROLEPSIS pretende oferecer um ecossistema de cuidados digitais personalizados eficiente, eficaz e clinicamente validado para doentes com AP. Tecnologias As tecnologias baseadas nos sensores de dispositivos móveis e uma aplicação móvel estarão no centro do processo de recolha de dados do mundo real. Adicionalmente, serão ainda recolhidos dados retrospetivos e prospetivos a partir das bases de dados dos parceiros clínicos e combinados com dados provenientes de bases de dados de acesso aberto. Através da análise e visualização destes dados utilizando modelos preditivos de inteligência artificial (IA) e uma ferramenta intuitiva de análise visual, respetivamente, o iPROLEPSIS poderá propor tratamentos personalizados (ou seja, dieta, atividade física, gestão de stress/fadiga/dor), auxiliando médicos, cuidadores e hospitais na gestão dos sintomas de AP. Finalmente, através de técnicas de xAI, o iPROLEPSIS visa facilitar aos hospitais e aos decisores políticos a obtenção de novos conhecimentos para melhores práticas clínicas, moldando assim futuras políticas de tratamento de AP. Maximização do impacto Para garantir a implementação bem sucedida e a maximização do impacto, o consórcio visa tornar o projeto iPROLEPSIS numa referência com combate à AP através das seguintes medidas: 01 Criar uma comunidade iPROLEPSIS que envolva ativamente as partes interessadas. 02 Informar as principais partes interessadas sobre resultados e seu potencial de inovação clínica. 03 A longo prazo, disponibilizar amplamente os resultados para fins comerciais e de investigação. 04 Aumentar o envolvimento das pessoas com AP/em risco de desenvolver AP para abordar os seus problemas e preocupações, com o objetivo de aumentar a sua sensibilização e criar confiança nas novas tecnologias. 05 Alcançar projetos de I&D similares/relevantes para promover networking e atividades conjuntas. 06 Estabelece um fórum/comunidade para que os profissionais de saúde e autoridade desenvolvam novas orientações e normas. 07 Identificar mecanismos e atividades de exploração, avaliar a comercialização e aplicabilidade dos conceitos e ideias. OBJETIVOS DO PROJETO

  • Project Objectives and Work Packages | iPROLEPSIS

    iProlepsis psoriatic arthritis project is a comprehensive multiscale model employing novel trustworthy AI-based analysis of multisource and heterogenous data. Objetivos e atividades do projeto iPROLEPSIS O projeto pretende elucidar a transição de um estado saudável para AP através de um modelo multiescala/multifatorial de AP que emprege análise baseada em IA de confiança de dados heterogéneos e provenientes de múltiplas fontes (dados de saúde, ambientais, genéticos, comportamentais). Objetivos do projeto O consórcio iPROLEPSIS trabalha em 7 objetivos chave no campo da artrite psoriática (AP). Fatores de inflamação na AP Descobrir fatores de inflamação na AP através da análise guiada por inteligência artificial (IA) de dados de saúde, ambientais e ómicos. Papel dos mastócitos Investigar o papel dos mastócitos e das características da imagiologia da microvascular/articular não-invasiva da pele no rastreamento de sintomas inflamatórios. Intervenções personalizadas Desenvolver intervenções personalizadas baseadas nas tecnologias da informação e comunicação (TIC) para sustentar ou mesmo melhorar a qualidade de vida. Ecossistema cocriativo Co-criar o ecossistema iPROLEPSIS com as principais partes interessadas, seguindo princípios de IA baseados na ética, inclusão e confiança. Biomarcadores digitais Desenvolver e validar biomarcadores digitais que possibilitem o rastreamento de sintomas inflamatórios e da atividade da doença. Modelos de IA de confiança Criar modelos de IA de confiança para a previsão personalizada do risco individual para desenvolver AP, diagnóstico precoce e prognóstico da atividade da doença. Ecossistema de saúde digital Desenvolver e validar clinicamente o ecossistema de saúde digital iPROLEPSIS para capacitar pessoas com AP/em risco de desenvolverem AP e profissionais de saúde. Atividades As 6 atividades reunirão os conhecimentos diversos e complementares dos parceiros do consórcio. WP1 WP2 WP3 WP4 WP5 WP6 Atividade 1: Gestão e coordenação WP1 dedica-se à gestão e coordenação do projeto com o objetivo de permitir um fluxo de trabalho fluído; Garantir uma ótima gestão contratual, administrativa, financeira, científica, técnica, de propriedade intelectual e de inovação; Assegurar a qualidade do projeto e salvaguardar a ética, a conformidade regulamentar e a gestão adequada dos dados. Atividade 2: Mineração de conhecimento, fundação e design participativo A atividade 2 visa criar um conjunto de conhecimentos fundamentais sobre a AP, condições associadas e inflamação; Identificar, recuperar e organizar conjuntos de dados relevantes para as actividades de I&D do projeto; Identificar as necessidades dos utilizadores e colaborar eficazmente com os principais interessados para orientar as questões de investigação e co-criar as ferramentas de cuidados digitais do iPROLEPSIS; Estabelecer e monitorizar práticas para garantir a adesão dos componentes iPROLEPSIS baseados em IA a princípios de IA de confiança. Atividade 3: Investigação sobre os fatores de inflamação da AP e sua monitorização A atividade 3 dedica-se a identificar factores relacionados com a AP e a inflamação associada, tirando partido de dados relevantes para a saúde, novos e existentes, provenientes de várias fontes; Desenvolver biomarcadores digitais baseados em smartphones/smartwatches (dBMs) para avaliar os sintomas inflamatórios da AP; Analisar as alterações nas articulações e na microvasculatura da pele relacionadas com a AP e o papel dos mastócitos na inflamação associada; Através da fusão de dados, desenvolver um modelo de AP multiescalar/multifatorial, com ênfase na previsão da transição de indivíduos de alto risco e doentes com PsO para PsA e de doentes com PsA para um estado inflamatório avançado. Atividade 4: Desenvolvimento do ecossistema de saúde digital iPROLEPSIS para cuidados preventivos personalizados A atividade 4 especificará tecnicamente o ecossistema iPROLEPSIS e criará uma infraestrutura robusta de gestão de dados e plataformas DevOps/MLOps; Através de uma abordagem ágil, desenvolver os produtos mínimos viáveis (MVP) do iPROLEPSIS para cuidados personalizados da AP, incluindo: 1) uma aplicação para doentes que incorpora a monitorização (baseada em dBM) da AP, conhecimentos, intervenções direccionadas e recomendações personalizadas de estilo de vida orientadas por IA, 2) um conjunto de jogos sérios para a saúde e o bem-estar, 3) uma aplicação para os profissionais de saúde que lhes permite monitorizar remotamente os doentes e ver previsões sobre a sua evolução. Atividade 5: Estudos clínicos A atividade 5 desenvolverá os protocolos de estudo e conduzirá o processo de aprovação pelos órgãos competentes; Criação de um sistema para coordenar o recrutamento de participantes e gerir de forma eficiente os dados e relatórios clínicos; Organizar e realizar quatro estudos clínicos: dois estudos de coortes prospectivos multicêntricos para a descoberta e validação de factores de inflamação da AP e biomarcadores digitais, um estudo observacional sobre a AP e as alterações nas articulações e na microvasculatura da pele, e um ensaio controlado aleatorizado multicêntrico de prova de conceito que avalia a eficácia das ferramentas de cuidados digitais iPROLEPSIS. Atividade 6: Disseminação, comunicação e exploração A atividade 6 maximizará a visibilidade do projeto e dos seus resultados e facilitará a troca de conhecimentos através do envolvimento de uma ampla rede de parceiros. Desenvolver conteúdo educacional relacionado sobre AP; Estabelecer um roteiro para aprovação regulatória das ferramentas digitais iPROLEPSIS; Realizar uma análise socioeconómica/de mercado minuciosa e desenvolver planos concretos de exploração conjunta/individual. VISÃO DO PROJETO

  • Ciência de Dados | iPROLEPSIS

    Sobre os parceiros do consórcio Konstantinidis Dimitrios CERTH Position Postdoctoral researcher What is your role in iPROLEPSIS? Researcher and technical developer What are your main activities in the project? I am mainly involved in the research activities of CERTH, concerning psoriatic nail detection and classification, range-of-motion assessment through the execution of active video tests and nutrition and physical activity recommendations. What is your motivation? I am deeply passionate about artificial intelligence and deep learning, with a strong interest in uncovering hidden patterns within data that can lead to highly accurate and reliable predictions. I find great satisfaction in developing advanced machine learning techniques to transform data into innovative solutions that contribute to real-world progress. Nikos Melanitis Ainigma Position Data Scientist What is your role in iPROLEPSIS? Data Scientist, Digital health and predictive modelling What are your main activities in the project? To design and implement novel approaches for improved management of PsA, through personalized models that warn patients for high risk of PsA exacerbation (flare). What is your motivation? To be part of the digital innovation in Health, enabling better disease management and personalised, precision medicine. Kosmas Dimitropoulos CERTH Position Principal Researcher (Researcher of Grade B’) What is your role in iPROLEPSIS? Principal Investigator for CERTH What are your main activities in the project? I am mainly involved in the research activities of CERTH, concerning psoriatic nail detection and classification, range-of-motion assessment through the execution of active video tests and nutrition and physical activity recommendations. What is your motivation? I am deeply motivated by the intersection of Artificial Intelligence and healthcare. I aspire to contribute to research that applies deep learning techniques to personalized medicine, enabling more accurate, data-driven, and patient-specific approaches to diagnosis and treatment. Eleni Vasileiou Signal Processing & Biomedical Technology Unit (SPBTU) – Aristotle University of Thessaloniki (AUTH) Position Research assistant working on digital health technologies and AI-enabled healthcare tools What is your role in iPROLEPSIS? AI Researcher & Data Scientist | Digital health and predictive modelling What are your main activities in the project? My main activities focus on developing digital, passively captured indicators that support risk prediction and monitoring models for psoriatic arthritis. I work on digital phenotyping of inflammatory symptoms with an emphasis on tracking motor manifestations using smart devices and wearables. This involves designing methods to analyze data from daily living activities – such as sleep, walking, and hand movements – to capture subtle physiological and behavioral changes associated with disease onset and progression. These efforts aim to identify key drivers of psoriatic arthritis and support personalized models for disease risk, progression prediction, and inflammation monitoring. What is your motivation? I am deeply motivated by the potential of digital health technologies to bring a more human and data-informed approach to healthcare. By combining AI with continuous, real-world data, we can reveal patterns often hidden in traditional clinical assessments. What drives me is the belief that these insights can empower both patients and clinicians to make earlier and more informed decisions, ultimately improving health outcomes and quality of life. My goal is to contribute to a future where technology enhances understanding, prevention, and personalized care for chronic conditions. Coordination Clinical Experts Data Science Software Development Ethics, Legal and Exploitation Dissemination and Communication

  • Questionários | iPROLEPSIS

    Centro de Aprendizagem Explore recursos que o ajudam a compreender e gerir a artrite psoriática. Learning hub Essenciais Manual Notícias Questionários Pesquisa Questionários What is psoriatic arthritis? Questionário What are the symptoms of psoriatic arthritis? Questionário How is psoriatic arthritis treated? Drug treatments Questionário How is psoriatic arthritis treated? Self-care and lifestyle Questionário How will psoriatic arthritis affect me? Sleep and Fatigue Questionário How will psoriatic arthritis affect me? Relationships and Family Planning Questionário What causes psoriatic arthritis? Questionário How is psoriatic arthritis diagnosed? Questionário How is psoriatic arthritis treated? Non-pharmacological treatments Questionário How will psoriatic arthritis affect me? Work Questionário How will psoriatic arthritis affect me? Emotional wellbeing Questionário

  • Rede | iPROLEPSIS

    iPROLEPSIS networking activities Our shared vision is to establish a robust ecosystem of initiatives , where the combined strength of each project contributes to the overarching goal of advancing healthcare and well-being . By pooling our resources, knowledge, and expertise, we believe in the potential for significant benefits both for the collaborative cluster and the individual projects involved. Networking projects funded under the call HORIZON-HLTH-2022-STAYHLTH-02-01 CARE-IN-HEALTH Cardiovascular REsolution of INflammation to promote HEALTH WEBSITE Cardiovascular diseases (CVD) are the leading cause of mortality in Europe (1.9 million of annual deaths). CVD are significant public health challenge, accounting for €200 billion in economic burden annually in Europe. Lipid-mediated chronic inflammation and particularly the failure in the resolution of the inflammation, is a particular critical risk factor for the transition from health to CVD. CARE-IN-HEALTH addresses this by aiming to identify the pathways involved in the resolution of the lipid-mediated inflammation to prevent and reverse inflammation and therefore CVD. The interdisciplinary consortium will collect and integrate epidemiological, multi-omics, and immune data to create the CARE-IN-HEALTH Atlas, which will be openly accessible to the scientific community. Such a knowledge base will allow to systematically identify and validate individual’s critical immune pathways. A CARE-IN-HEALTH MCDSS (multi-criteria decision support system) will guide healthcare professionals to design personalised CVD prevention strategies. The CARE-IN-HEALTH BIOSENSOR will monitor inflammation resolution for citizens. CARE-IN-HEALTH will demonstrate proof-of-concept for an appropriate lipid intake as dietary intervention and specifically, for the use of vegetal omega-3 fatty acid sources as substrates for immunomodulatory lipid mediators and resolution of inflammation. All this is based on the results of a proof-of-concept clinical trial. GlycanTrigger Glycans as master triggers of health to intestinal inflammation transition WEBSITE GLYCANTRIGGER - Glycans as master triggers of health to intestinal inflammation transition. The GlycanTrigger project proposes a thorough and innovative approach to understand better the health-to-chronic inflammation transition occurring in patients with Crohn’s Disease that will be translated into improved disease prediction and prevention. The project will address how changes in glycosylation of the gut mucosa act as a primary event that dysregulates not only local mechanisms but also systemic mechanisms, involving the novel concept of glycan mimicry as an early trigger of the health-to-inflammation transition. The long-term goal of this project is to unlock a new checkpoint that regulates the transition to chronic inflammation, aiming to figure out how to turn off this process by developing novel preventive intervention strategies. halt-RONIN Discovering chronic inflammation biomarkers that define key stages in the Healthy-to-NASH (non-alcoholic steatohepatitis) transition to inform early prevention and treatment strategies. Downolad PDF to read more. WEBSITE NAFL (non-alcoholic fatty liver) is the most widespread subtype of NAFLD, a highly prevalent inflammation-related disease, characterized by steatosis, relatively benign and reversible condition, which can progress to the more serious progressive stage of non-alcoholic steatohepatitis (NASH), in which steatosis is accompained by lipotoxicity, mitochondrial dysfunction and a high state of inflammation and fibrosis. IMMEDIATE Imminent Disease Prediction and Prevention at the Environment Host Interface WEBSITE The EU-funded research project IMMEDIATE strives to identify individual biomarkers of risk and resilience against chronic inflammation by investigating the diet-microbiome-metabolite-immune axis. This complex interaction refers to how an individual's diet, gut microbiota, metabolites, and immune system can influence their health. IMMEDIATE will use cutting-edge technologies and clinical and metadata from large observational cohort studies to identify pre-disease stages and further our understanding of the mechanisms and molecular pathways underpinning non-communicable diseases. Furthermore, a proof-of-concept study on healthcare professionals will be conducted to test the effectiveness of a probiotic intervention and ultimately develop mobile apps designed to offer personalized lifestyle recommendations and empower citizens to manage their own health proactively. INITIALISE Inflammation in human early life: targeting impacts on life-course health WEBSITE INITIALISE (Inflammation in human early life: targeting impacts on life-course health) is an EU funded project that aims to elucidate how exposures and genome impact gut microbiome, host immune system and metabolism, and how the interplay of these factors impact life-course health.  INITIALISE aims to define the role of the maturation of the immune system as a mediator between exposures and life-course health. INTERCEPT-T2D Early Interception of Inflammatory-mediated Type 2 Diabetes WEBSITE Inflammatory-based interceptive medicine in type 2 diabetes Individuals with type 2 diabetes (T2D) do not use insulin efficiently and, therefore, their glucose levels rise. T2D is a heterogeneous disease, which is an obstacle to the delivery of an optimal tailored treatment. Consequently, patients’ individual trajectories of progressive hyperglycaemia and risk of chronic complications such as stroke, heart attacks, nephropathy and retinopathy are so far difficult to predict. Chronic systemic inflammation has been suggested to be a major contributor to the onset and progression of T2D complications. The EU-funded INTERCEPT-T2D project will bring a new and clinically relevant dimension in T2D care considering at diagnosis inflammatory parameters that are of importance for the transition to T2D-related complications. Moreover, the project will help deliver optimal treatments tailored to patient needs and conduct a clinical trial to evaluate the efficacy of anti-inflammatory strategies. miGut-Health Personalised blueprint intestinal health WEBSITE The miGut-Health project is an EU-funded initiative that is developing novel strategies to predict and prevent inflammatory bowel disease (IBD). miGut-Health aims to create personalised patient engagement strategies for predicting and monitoring preclinical IBD by focusing on the transitory phase from health to disease. The overarching goal is to provide strategies for early disease prediction, prevention and gut health improvement for people affected by IBD, high-risk individuals and citizens. AIDA An Artificially Intelligent Diagnostic Assistant for gastric inflammation WEBSITE Most cases of gastric cancer (GC) are detected at a late stage, when patients have a median life expectancy of about a year. Diagnosing people at risk of developing GC at the pre-symptomatic stage, typically chronic gastric inflammation, could significantly improve the outlook. Artificial intelligence (AI) can help clinicians make sense of their own data by automating much of the treatment and analysis, which require manual work and years of experience. But it can do more: it can bring together available data from various sources into a vast data lake and cross-correlate the data to derive a ‘risk score’ for gastric cancer and shed light on the mechanisms of its evolution. Aida aims to do just that. It helps researchers understand the mechanisms that trigger gastric oncogenesis, helps clinicians diagnose precancerous inflammation at the earliest possible stage, suggests personalised therapeutic strategies for treatment and follow-up, and makes personalised recommendations for monitoring patient health status, thus contributing to gastric cancer prevention. This places Aida squarely on Europe’s agenda of ‘Staying healthy in a rapidly changing society’. Aida unites some of Europe’s leading authorities in the field of gastric inflammation, gastric cancer, leading AI and machine learning experts, experts on data governance and privacy, representatives of the public administration and patient advocates. Aida also has strong ties with the industry. After the project, the results will live on in a foundation that acts as a transnational focal point for chronic gastric inflammation — and GC in general. We hope that the solid, inclusive design principles of Aida, its societal relevance and its durability will spawn a vigorous ecosystem around chronic gastric inflammation, its understanding and its treatment. And we hope that it will inspire other data collaboratives in health — for other chronic inflammations, other forms of cancer or other ailments altogether. PROTO Advanced Personalized Therapies for Osteoarthritis WEBSITE Osteoarthritis (OA) is a chronic progressive joint disorder, characterized by inflammation causing pain, stiffness, swelling and gradual loss of joint function. PROTO aims to halt and partially reverse the structural and functional changes caused by inflammatory processes in OA Our ambitious goal is to introduce: a highly innovative anti-inflammatory local placental derived cell therapy in early-stage OA patients and a personalized sensor-based training intervention intended to prevent inflammation and OA onset during a crucially important ‘window of opportunity’ by correcting pathological movement patterns in pre-stage OA patients. ENDOTARGET Sytemic Endotoxemia as the driver of chronic inflammation–Biomarkers and novel therapeutic targets for Arthritis WEBSITE ENDOTARGET explores the relationship between gut microbiota, gut permeability, and systemic endotoxemia with a special focus on the three most abundant rheumatic diseases (RDs): osteoarthritis, rheumatoid arthritis and spondylarthritis. The aim is to clarify (1) the role of the three factors gut microbiota, gut permeability and systemic endotoxemia in RD onset and pathogenesis, (2) which events and mechanisms are responsible for the origin of RDs, and (3) the influence of the gut microbiota on the joints. Based on the gained knowledge, e.g. new biomarkers for risk assessment will be identified and a Rheumatic disease risk prediction tool (RDPT) will be developed to support clinicians in the classification of patients and to treat RDs preventively. This tool will help to reduce the risk of RD onset and/or to reduce disease activity. PRAESIIDIUM Real-time prediction of the prediabetes risk WEBSITE PRAESIIDIUM will develop a tool based on artificial intelligence coupled with multi-scale, multi-organ integrated mathematical equations for the real-time prediction of the prediabetes risk of an individual. The prediction algorithm will draw on a rich set of information for training, derived from prior clinical data, the individual’s family history, and a pilot study testing wearable sensors that will provide glucose, bioimpedance, and heart rate monitoring. The PRAESIIDIUM platform will be made available to healthcare professionals and patients for an easier data entering and results query and it will be linked to common wearable sensors to monitor the physical activity. PREVALUNG EU Biomarkers affecting the transition from cardiovascular disease to lung cancer: towards stratified interception WEBSITE The project PREVALUNG EU will harness retrospective and prospective cohorts of both CVD patients and LCDT eligibles to develop actionable biomarkers and validate the four classifiers detecting high-risk individuals before or pre-symptomatic of LC, exploiting the latest advances of system biology omics (metabolomics, metagenomics, immunomics, proteomics, and aging-associated BM stem cell genomics) that correlate with uncontrolled inflammatory status of CVD patients. In particular, using four types of diagnosis tools harnessing either of the four drivers of overt inflammation (metabolism, gut dysbiosis, stem cell mutational status, innate immunity), we shall stratify the CVD patient population and leverage the PLCOm2012 risk score to better identify LC high-risk individuals. We will propose a personalized interceptive measure, whose efficacy will be monitored using PREVALUNG EU Focus Panels. We will robustly validate clinical applications, workflows, and tools for easy and broad adoption of the interceptive system across European public care centers and private stakeholders.

  • Entendendo a Artrite Psoriásica | iPROLEPSIS

    Centro de Aprendizagem Explore recursos que o ajudam a compreender e gerir a artrite psoriática. Handbook Learning hub Essenciais Manual Notícias Questionários Pesquisa Handbook 1 Manual da Artrite Psoriática Compreender a Artrite Psoriática h1.1 O que é a artrite psoriática? A artrite psoriática é um tipo de artrite associada à psoríase, uma doença crónica da pele e das unhas. A psoríase provoca erupções cutâneas vermelhas e escamosas na pele, e unhas grossas com ponteado semelhante a um dedal. A artrite psoriática caracteriza-se por inchaço (inflamação), dor e rigidez das articulações e pode afetar qualquer articulação periférica, como os dedos das mãos e dos pés, os joelhos e/ou a coluna vertebral. Também afeta os locais de inserção dos tendões ou ligamentos nos ossos (entesite). Entre 20-40% das pessoas com psoríase desenvolverão artrite psoriática (1, 2). Os sintomas que afetam as articulações tendem a desenvolver-se 5 a 10 anos após o diagnóstico da psoríase, mas podem ocorrer em qualquer altura (3). Atualmente, não é claro porque é que algumas pessoas com psoríase desenvolvem artrite psoriática e outras não. Na artrite psoriática, a artrite pode apresentar-se sob 3 formas: artrite oligoarticular que afeta 4 ou menos articulações periféricas (por exemplo, os dedos das mãos e/ou dos pés e os joelhos); artrite poliarticular que envolve 5 ou mais articulações periféricas em ambos os lados do corpo; e artrite axial que afeta as articulações da coluna vertebral, incluindo a articulação sacroilíaca (onde a coluna vertebral se liga à pélvis). Algumas pessoas podem desenvolver psoríase depois ou ao mesmo tempo que os sintomas da artrite psoriática se manifestam (4). Em casos raros, as pessoas podem ter artrite psoriática e nunca apresentar quaisquer sintomas visíveis de psoríase. A artrite psoriática e a psoríase são doenças inflamatórias crónicas causadas por uma falha no sistema imunitário. O nosso sistema imunitário protege-nos de infeções e doenças. Ver secção correspondente no Informações Essenciais O que causa a artrite psoriática? Embora a artrite psoriática possa ocorrer em qualquer idade, a maioria das pessoas apresenta os seus primeiros sinais e sintomas entre os 30 e os 60 anos. É mais provável que a artrite psoriática seja diagnosticada nos primeiros dez anos após o diagnóstico de psoríase (3). A artrite psoriática afeta igualmente ambos os sexos. No entanto, as manifestações em termos de gravidade e impacto da doença diferem entre os sexos. Os homens são mais suscetíveis de ter envolvimento dos ossos da coluna vertebral (artrite axial) e danos radiográficos na coluna vertebral e nas articulações periféricas (por exemplo, dedos das mãos, joelhos e dedos dos pés), enquanto as mulheres são mais suscetíveis de ter menor qualidade de vida e limitações graves da funcionalidade (5). Os investigadores não sabem ao certo porque é que algumas pessoas desenvolvem artrite psoriática. Pensa-se que certos genes herdados dos pais e avós podem tornar uma pessoa mais suscetível de desenvolver artrite psoriática (6-8). h1.2 Nas pessoas com uma maior predisposição genética para desenvolver artrite psoriática, a doença pode ser desencadeada por fatores ambientais, tais como • uma infeção (9); • um acidente ou ferimento (10, 11); • excesso de peso (12); • fumar (13, 14). A psoríase e a artrite psoriática não são contagiosas. Não se pode apanhar psoríase ou artrite psoriática de outras pessoas. Ver secção correspondente no Informações Essenciais Quais são os sintomas da artrite psoriática? Os sintomas da artrite psoriática desenvolvem-se normalmente de forma lenta, ou seja, muitas pessoas não se apercebem de que estão a desenvolver artrite psoriática (Figura 1). No entanto, em casos mais raros, os sintomas podem desenvolver-se subitamente. Alguns dos principais sintomas incluem (15): dor numa ou mais articulações; inchaço numa ou mais articulações; rigidez numa ou mais articulações que se mantém durante 30 minutos ou mais. Estes sintomas são causados pela inflamação e podem afetar qualquer articulação do corpo. Ver na Figura 2 as articulações mais frequentemente afetadas. Ver secção correspondente no Informações Essenciais h1.3 A artrite psoriática pode causar dor e inchaço nas enteses, ou seja, nos locais do corpo onde os tendões e os ligamentos se ligam aos ossos (15). Quando as enteses ficam inflamadas, dá-se o nome de entesite. A dor da entesite pode espalhar-se por uma área mais vasta do que a dor nas articulações. Ocorre frequentemente na parte de trás do calcanhar ou na parte inferior do pé, o que pode dificultar a posição de pé ou a marcha. As áreas afetadas são sensíveis ao toque, mesmo quando se aplica apenas uma pequena pressão. Os joelhos, as ancas, os cotovelos e o peito também podem ser afetados pela entesite. Muitas pessoas com artrite psoriática têm os dedos das mãos ou dos pés inchados, uma condição conhecida como dactilite (15) (Figura 1). É mais frequente afetar um ou dois dedos das mãos ou dos pés de cada vez. A artrite psoriática também pode causar pequenas marcas redondas nas unhas das mãos e/ou dos pés (semelhantes a um dedal), uma condição conhecida como pitting. As unhas podem mudar de cor, tornar-se mais espessas ou mesmo descolar-se do dedo (15). As pessoas que sofrem de artrite psoriática podem sentir-se muito cansadas (fadiga) e algumas podem ter febre baixa. A fadiga não melhora com o repouso. Os sintomas da artrite psoriática podem ir e vir. Um período de aumento da inflamação e de agravamento de outros sintomas é designado por surto. Um surto pode durar dias ou meses. Ver secção correspondente no Informações Essenciais h1.5 Como é diagnosticada a artrite psoriática? Um diagnóstico atempado e preciso é um passo importante para otimizar os cuidados e melhorar os resultados de saúde a longo prazo (16). Se lhe foi diagnosticada psoríase no passado e os sintomas de artrite (por exemplo, articulações doridas ou inchadas) começaram mais recentemente, pode ter desenvolvido artrite psoriática. No entanto, os sintomas da artrite psoriática podem parecer-se com outros problemas de saúde. Consulte o seu médico para obter um diagnóstico. O médico que consulta primeiro pode depender de já lhe ter sido diagnosticada psoríase. Se desenvolver sintomas de artrite, o seu médico de família ou dermatologista deve fazer o encaminhamento para um reumatologista - um médico especializado no diagnóstico e tratamento das doenças que afetam o sistema musculosquelético - para uma avaliação. Informe o seu médico se tem antecedentes de psoríase e/ou artrite psoriática na sua família. ATUALMENTE, NENHUM TESTE ÚNICO PODE CONFIRMAR A ARTRITE PSORIÁTICA (15). O diagnóstico será efetuado com base na sua história clínica, nos seus sintomas e no exame físico realizado pelo médico. O médico pode pedir radiografias ou outros tipos de imagiologia, como ecografias e ressonância magnética (RM), para procurar alterações nos ossos e nas articulações. Os estudos imagiológicos ajudarão o médico a determinar o tipo e o padrão de envolvimento das articulações, o que também pode ajudar a distinguir os tipos de artrite. As análises ao sangue, como a velocidade de sedimentação dos eritrócitos e a proteína C-reactiva, podem ajudar a identificar a inflamação. O médico pode também pedir análises para detetar o fator reumatoide e o anticorpo anti-CCP para excluir a artrite reumatoide, e os tipos de HLA-B para procurar a predisposição genética para a espondilartrite. Ver secção correspondente no Informações Essenciais h1.4 Informações Essenciais Página anterior Próxima página

  • Desenvolvimento de software | iPROLEPSIS

    Sobre os parceiros do consórcio Francisco Cardoso PLUX Position Software Developer What is your role in iPROLEPSIS? Monitoring Engineer What are your main activities in the project? I define SLIs/SLOs, design telemetry (metrics, logs, traces), build alerts and dashboards, run incident response/postmortems, and align data retention and security with compliance. What is your motivation? I’m motivated by making complex systems trustworthy. Turning real-time signals into fast decisions that reduce downtime and protect participants and data. Hugo Humberto Plácido da Silva PLUX Position Founder & Chief Innovation Officer What is your role in iPROLEPSIS? Principal Investigator representing PLUX. What are your main activities in the project? Internal management of the project at the board/administration level. Our team is making substantial contributions to the development of digital biomarkers (dBMs) that can be acquired using a smart belt. Furthermore, we are responsible for the iPROLEPSIS system orchestration, verification, and monitoring. What is your motivation? Psoriatic Arthritis (PsA) is a highly conditioning disease that currently affects a significant number of patients globally. Existing assessment and management methods are mostly bound to a clinical setting, involving complex protocols, therefore only of limited access to patients. For as long as I can remember, my work has been centered around purpose-driven innovations in the healthcare space; the possibility to explore novel dBMs as a way of improving the lives of PsA patients constitutes a once-in-a-lifetime opportunity and purpose like none other. Sofia Balula Dias Faculdade de Motricidade Humana Position Principal Investigator representing FMH partner What is your role in iPROLEPSIS? As Principal Investigator, I lead the design and development of a serious games-based intervention tool specifically tailored to support individuals living with Psoriatic Arthritis. What are your main activities in the project? Our multidisciplinary team is leading the development of the iPROLEPSIS serious games application to support Psoriatic Arthritis patients. Through co-creation with patients and collaboration across research, clinical, and design fields, we’re tailoring game mechanics and biofeedback features to meet real needs and preferences. Our work involves prototyping, testing, and refining therapeutic content designed to improve mobility, support pain management, reduce stress, and promote self-management, ultimately contributing to a more holistic and patient-centered approach to chronic care. What is your motivation? I am driven by the opportunity to improve the lives of PsA patients through non-pharmacological, technology-driven interventions. Serious games present an innovative and empowering method for symptom management and patient engagement. To date, there are no serious games specifically tailored to the needs of individuals with PsA, making this work both timely and impactful. Rodrigo Duarte Braga PLUX Position Research Collaborator What is your role in iPROLEPSIS? Systems Engineer What are your main activities in the project? I coordinate system orchestration, verification, and monitoring. I also lead the Smartbelt's technical development, from data acquisition and processing device data to building machine learning models. What is your motivation? Tackling complex challenges and developing innovative solutions and medical devices that create tangible value. Sérgio Lopes da Fonseca PLUX Position Project Manager What is your role in iPROLEPSIS? PLUX’s contribution to iPROLEPSIS management. What are your main activities in the project? Aligning timelines, deliverables, and resources across partners. I manage work-package commitments, budget and risks, and represent PLUX in steering and technical meetings to keep decisions action-oriented and on schedule. What is your motivation? To turn research into deployable, user-centred solutions. I’m driven by projects that measurably improve clinical workflows and patient outcomes—while creating a clear path from prototype to scalable product. iPROLEPSIS is a chance to do all three: integrate wearable biosignals seamlessly, prove value in real settings, and accelerate European med-tech competitiveness. Coordination Clinical Experts Data Science Software Development Ethics, Legal and Exploitation Dissemination and Communication

  • Rede | iPROLEPSIS

    iPROLEPSIS networking activities Our shared vision is to establish a robust ecosystem of initiatives , where the combined strength of each project contributes to the overarching goal of advancing healthcare and well-being . By pooling our resources, knowledge, and expertise, we believe in the potential for significant benefits both for the collaborative cluster and the individual projects involved. Introduction Learning how to live with psoriatic arthritis might feel like a challenge, especially at first. But understanding your diagnosis and how to manage this chronic disease can help you take control of your health. Psoriatic arthritis patient booklet is meant to help you understand your disease and medications, and to improve your ability to communicate your symptoms and concerns to your healthcare professionals. Here, you will also find several non-pharmacological strategies that may ease your symptoms and help you to cope with this disease (e.g., physical exercise, sleeping habits, and diet). This booklet has been edited by rheumatologists, healthcare experts, and patients living with psoriatic arthritis. The information in this booklet is for educational purposes only, and it should never replace the information and advice from your treating physician(s). It is meant to inform the discussions that you have with healthcare professionals, as well as others who play a role in your care and well-being. What is psoriatic arthritis? Psoriatic arthritis is a type of arthritis linked with psoriasis, a chronic skin and nail disease. Psoriasis causes red, scaly rashes and thick, pitted fingernails. Psoriatic arthritis is characterized by joint swelling (inflammation), pain and stiffness and can affect any peripheral joint such as fingers, toes, knees and/or spine. It also affects the insertion of tendons or ligaments in bones (enthesitis). Between 20-40% of people with the skin condition psoriasis will develop psoriatic arthritis. Symptoms affecting their joints tend to develop 5 to 10 years after psoriasis is diagnosed but it can occur at any time. Currently, it is not clear why some people with psoriasis develop psoriatic arthritis while others do not. The arthritis of psoriatic arthritis comes in three forms: oligoarticular arthritis that affects four or less peripheral joints (e.g., joints in the fingers, toes, knees); polyarticular arthritis that involves five or more peripheral joints on both sides of the body; and axial arthritis that affects the joints of the spine including the sacroiliac joint (where the spine connects to the pelvis). Some people may develop psoriasis after or at the same time as symptoms of psoriatic arthritis present themselves (4). In rare cases, people may have psoriatic arthritis and never have any noticeable symptoms of psoriasis. Psoriatic arthritis and psoriasis are chronic inflammatory conditions that are caused by a fault in the immune system. Our immune system protects us from infection and illness. Learn about psoriatic arthritis Networking projects funded under the call HORIZON-HLTH-2022-STAYHLTH-02-01 The Psoriatic Arthritis Patient Handbook is now available for download. The booklet includes essential information to support your understanding of psoriatic arthritis and offers practical tips to enhance your daily life.

  • Gerenciando a artrite psoriásica | iPROLEPSIS

    Centro de Aprendizagem Explore recursos que o ajudam a compreender e gerir a artrite psoriática. Learning hub Essenciais Manual Notícias Questionários Pesquisa Manual da Artrite Psoriática Gerir a Artrite Psoriática: Tratamentos e Estilo de Vida Handbook Handbook 2 Como é que a artrite psoriática é tratada? Embora não exista cura para a artrite psoriática, existem vários medicamentos para controlar a doença e os seus sintomas (3). Os medicamentos específicos para a artrite psoriática centram-se em: TRATAMENTOS MEDICAMENTOSOS abrandar a progressão da doença; reduzir a inflamação; aliviar a dor; tratar os sintomas cutâneos; manter a mobilidade das articulações. Para a maior parte das pessoas, o tratamento da artrite psoriática implica a administração de vários medicamentos diferentes. Uma vez que muitas pessoas com artrite psoriática têm psoríase, gerir a condição pode parecer como tratar duas doenças. Alguns tratamentos atuam em ambas as doenças, enquanto outros atuam principalmente na artrite ou nos problemas de pele. Cada pessoa diagnosticada com artrite psoriática é diferente. Os médicos recomendam determinados tratamentos consoante: quantas e quais as partes do corpo afetadas; a gravidade da doença; alergias a medicamentos e outros problemas de saúde; utilização atual de medicamentos. Muitas vezes, as pessoas com artrite psoriática podem necessitar de tomar mais do que um medicamento ao mesmo tempo para controlar a doença - a isto chama-se terapêutica combinada. A terapêutica combinada pode permitir a utilização de doses mais baixas de cada medicamento. Durante os surtos, podem ser acrescentados outros medicamentos, temporariamente ou a longo prazo.É importante participar na tomada de decisões partilhadas com o(s) seu(s) médico(s) e aderir ao plano de tratamento. Deve comunicar quaisquer problemas com os medicamentos, tais como efeitos secundários ou dificuldades na adesão ao plano de tratamento, para que possam ser tomadas medidas eficazes para resolver o(s) problema(s) TRATAMENTO DA ARTRITE Os medicamentos de venda livre e os medicamentos sujeitos a receita médica para a artrite psoriática incluem: anti-inflamatórios não esteroides (AINE); medicamentos esteroides (corticosteroides); medicamentos antirreumáticos modificadores da doença (DMARDs). Ver secção correspondente no Informações Essenciais h2.1 Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) Os AINEs podem ajudar a aliviar a dor e a reduzir a inflamação, mas podem não ser suficientes para tratar os sintomas da artrite psoriática (9). Existem dois tipos de AINEs: AINEs tradicionais, como o ibuprofeno, o naproxeno e o diclofenac; Inibidores da COX-2, como o celecoxib e o etoricoxib. Como todos os medicamentos, os AINEs podem ter efeitos secundários. O seu médico tomará precauções para reduzir o risco de efeitos secundários, prescrevendo a dose mais baixa necessária para controlar os seus sintomas durante o menor tempo possível. Os AINE podem por vezes afetar o estômago e os intestinos, causando problemas digestivos, como indigestão e úlceras gástricas (17). Pode também ser prescrito um medicamento chamado inibidor da bomba de protões (IBP), como o omeprazol ou o lansoprazol, para ajudar a proteger o estômago. O tratamento crónico com AINEs pode também aumentar o risco de ataques cardíacos, acidentes vasculares cerebrais e outros problemas cardíacos (17). Informe o seu médico se existirem fatores de risco que possam aumentar o seu risco global, por exemplo, tabagismo, tensão arterial elevada, colesterol elevado, diabetes ou antecedentes familiares de doença cardíaca. Algumas pessoas reportam que tomar AINEs piorou os sintomas da psoríase. Informe o seu médico se isto lhe acontecer. Medicação esteroide (corticosteroides) Tal como os AINE, os corticosteroides podem ajudar a reduzir a inflamação e a dor (18). Se tiver uma única articulação dolorosa e/ou inchada, o seu médico pode injetar o medicamento diretamente na articulação. O efeito pode durar de algumas semanas a vários meses. No entanto, a administração de demasiadas injeções de esteroides na(s) mesma(s) articulação(ões) pode danificar o tecido circundante e, por isso, o seu médico não recomendará, normalmente, mais de três injeções por ano. Quando muitas articulações estão inflamadas, os corticosteroides podem ser tomados sob a forma de comprimidos ou de injeção no músculo. No entanto, os médicos são cautelosos, porque os corticosteroides podem causar efeitos secundários, tais como aumento de peso e osteoporose, aumento do risco de infeção e eventos cardiovasculares, se utilizados durante longos períodos de tempo. Devido a estes efeitos secundários, o seu médico prescrever-lhe-á a dose mais baixa necessária para controlar os seus sintomas durante o menor tempo possível. A psoríase pode reaparecer quando se deixa de usar corticosteroides orais. Medicamentos antirreumáticos modificadores da doença (DMARDs) Os DMARDs são medicamentos potentes que reduzem a inflamação e podem impedir o agravamento da artrite psoriática (19). Os DMARDs podem ajudar a evitar danos nas articulações. Muitos DMARDs tratam tanto a psoríase como a artrite psoriática. Uma vez que este tipo de medicamento trata a causa da sua doença e não os sintomas, pode demorar até três meses até sentir um efeito. Por isso, é importante continuar a tomar a medicação, mesmo que não pareça estar a funcionar no início. Como todos os medicamentos, os DMARDs podem ter alguns efeitos secundários. Embora os DMARDs possam ser muito eficazes, estes medicamentos reduzem a atividade do sistema imunitário (imunossupressores) e aumentam o risco de infeção. No entanto, é importante lembrar que o não tratamento da artrite psoriática pode levar a danos permanentes nos ossos e nas articulações. Existem três tipos de DMARDs, conforme descrito na Tabela 1 . Tabela 1: Tipos de medicamentos antirreumáticos modificadores da doença. Tradicional Os DMARD tradicionais (csDMARD) são os utilizados há mais tempo e têm um efeito imunossupressor alargado. Estes medicamentos são geralmente tomados por via oral. Exemplo: metotrexato, sulfassalazina. Biológico Os DMARDs biológicos (bDMARDs) interrompem etapas fundamentais do processo inflamatório e, em geral, atuam mais rapidamente do que os DMARDs tradicionais. Estes medicamentos são normalmente injetados. Exemplo: adalimumab, etanercept. Direcionado Tal como os DMARDs biológicos, os DMARDs direcionados (tsDMARDs) bloqueiam etapas fundamentais do processo inflamatório. Estes medicamentos são normalmente tomados por via oral. Exemplo: tofacitinib. TRATAMENTO DA PSORÍASE Os medicamentos de venda livre e os medicamentos sujeitos a receita médica para a psoríase incluem: medicamentos tópicos à base de vitamina D, derivados da vitamina A, ácido salicílico, alcatrão de carvão ou corticosteroides; a fototerapia que utiliza luz ultravioleta (UVB) pode ser prescrita para tratar e atenuar as erupções cutâneas. Apenas o seu médico deve prescrever fototerapia: não tente usar a luz solar ou lâmpadas solares para tratar a sua pele por sua iniciativa; alguns DMARDs e terapias biológicas utilizados para a artrite também podem ajudar a psoríase. VACINAS Se tem artrite psoriática, pode ter um maior risco de infeção e as infeções podem ser mais graves (20). Isto pode dever-se à própria artrite ou ao seu tratamento. A artrite psoriática, que é causada por uma falha do sistema imunitário, aumenta a vulnerabilidade a infeções. Além disso, alguns dos medicamentos utilizados para tratar a artrite psoriática (por exemplo, DMARDs e/ou esteroides) atenuam o sistema imunitário, ou seja, atuam como imunossupressores, o que também pode aumentar a propensão a infeções. Um risco aumentado de infeção devido a uma doença e/ou medicamentos é designado por imunossupressão. O seu reumatologista pode fornecer orientações com base na sua idade e no seu risco de contrair determinadas doenças infeciosas (por exemplo, COVID-19, gripe, pneumonia, herpes zóster ou hepatite B). As vacinas são seguras e podem ajudar a evitar infeções graves. Ver secção correspondente no Informações Essenciais Non-pharmacological treatments TRATAMENTOS NÃO FARMACOLÓGICOS Os medicamentos não são a única forma de tratar ou gerir os sintomas da artrite psoriática. Há muitas coisas que pode fazer, para além de tomar a medicação prescrita, que podem melhorar a sua qualidade de vida, diminuindo a dor e a inflamação e melhorando a sua saúde em geral. A SUA VOZ É IMPORTANTE As suas experiências - como estão a funcionar as suas terapias, que efeitos secundários está a sentir, o impacto dos seus sintomas, que desafios está a enfrentar na sua vida diária devido à artrite psoriática - são informações muito importantes. Estas informações são designadas por resultados reportados pelos doentes (PROs) e podem ser recolhidos através de questionários antes da consulta de reumatologia. Os PROs podem ajudar o seu médico a avaliar o impacto da sua doença e a avaliar melhor o seu plano de tratamento. Estes questionários podem também ajudar a autogerir a sua doença. Alguns dos questionários que o seu reumatologista pode utilizar são: PSAID (Psoriatic Arthritis Impact of Disease): mede o impacto da sua doença na sua saúde física e psicológica; EVA (Escala Visual Analógica): uma ferramenta simples para registar e medir a sua dor; IPAQ (International Physical Activity Questionnaire): mede os tipos de intensidade da atividade física e do tempo sentado no seu dia a dia; HAQ (Health Assessment Questionnaire): mede a função física e a incapacidade devido à artrite; FACIT-F (Functional Assessment of Chronic Illness Therapy - Fatigue): mede a fadiga causada pela artrite; WPAI (Work Productivity and Activity Impairment): mede as incapacidades no trabalho e nas atividades; HADS (Hospital Anxiety and Depression Scale): mede os níveis de ansiedade e depressão; PsAQoL (Psoriatic Arthritis Quality of Life): mede a qualidade de vida em pessoas com artrite psoriática; EQ-5D (EuroQol-5 Dimensions): mede a qualidade de vida em relação a 5 dimensões - mobilidade, atividades habituais, cuidados pessoais, dor e desconforto, e ansiedade e depressão; SF-36 (Short Form-36): mede a qualidade de vida e abrange 8 domínios da saúde - funcionamento físico, desempenho físico, dor, saúde geral, vitalidade, função social, desempenho emocional e saúde mental. Por isso, se o seu médico ou enfermeiro lhe pedirem para preencher um questionário, por favor, dedique algum tempo a fazê-lo e responda com honestidade! TERAPIA FÍSICA E OCUPACIONAL A inflamação das articulações e dos tecidos moles pode frequentemente provocar dores extremas, imobilidade e disfunção. Além disso, a artrite pode levar a dificuldades nas atividades diárias em casa e no local de trabalho. A fisioterapia e a terapia ocupacional podem ajudar a movimentar-se de forma segura e eficaz. A fisioterapia tem maior impacto se estiver a sofrer de (21): perda de movimento devido a inflamação no ombro, pulso, mão, joelho ou pé; entesite ou dactilite graves; dores inflamatórias nas costas. A fisioterapia centrar-se-á em (21): melhorar a mobilidade e restaurar a utilização das articulações afetadas; aumentar a força muscular para apoiar as articulações; manter a forma física; preservar a capacidade de realizar as atividades diárias. Ver secção correspondente no Informações Essenciais h2.3 A terapia ocupacional também pode ser útil, especialmente se tiver dificuldades nas atividades diárias. A terapia ocupacional pode ajudar a maximizar a sua capacidade de participar nas atividades diárias. As estratégias incluem a utilização de produtos de apoio (por exemplo, suportes ortopédicos, talas) e a modificação do movimento para ajudar as pessoas a proteger as articulações, realizando tarefas de formas diferentes das que estão habituadas (por exemplo, utilizando as duas mãos). CIRURGIA A maioria das pessoas diagnosticadas com artrite psoriática nunca precisará de cirurgia nas articulações. No entanto, se as articulações estiverem gravemente danificadas pela artrite, ou se outros tratamentos não reduzirem a dor, as articulações danificadas podem ser substituídas por próteses de plástico, metal ou cerâmica para reduzir a dor e melhorar a função e a qualidade de vida. TRATAMENTOS COMPLEMENTARES Algumas pessoas com artrite psoriática consideram que as terapias complementares podem ser úteis. No entanto, deve falar sempre com o seu médico antes de experimentar terapias complementares. Não existem provas científicas que sustentem que a toma de qualquer tipo de suplemento alimentar, como cápsulas de óleo de peixe, funcione no tratamento da artrite psoriática. Além disso, não existem provas científicas suficientes para apoiar a utilização de terapias complementares, como a balneoterapia ou a acupunctura, como tratamentos para a artrite psoriática. As terapias complementares podem interagir com outros tratamentos, pelo que deve falar com o seu médico se estiver a utilizar ou a pensar utilizar alguma delas. Ver secção correspondente no Informações Essenciais CUIDADOS PESSOAIS E ESTILO DE VIDA Comportamento sedentário Os comportamentos sedentários, caracterizados por períodos prolongados de permanência na posição sentada, quando acumulados diariamente durante mais de 8 horas ou mantidos por períodos superiores a 30 minutos sem interrupção, constituem um risco para a saúde e o bem-estar. h2.4 h2.5 De qualquer forma, os efeitos benéficos da atividade física e do exercício sobre a doença, o bem-estar e as comorbilidades associadas superam o risco de entesite induzida por stress mecânico, que é baixo (25). Dieta Embora não exista uma dieta específica que possa tratar a artrite psoriática, a adoção de um plano alimentar nutritivo e equilibrado pode desempenhar um papel vital na gestão dos sintomas e na melhoria do bem-estar geral. A investigação sugere que a adoção de uma dieta de estilo mediterrânico (Figura 3 , lado esquerdo), que inclui frutas, legumes, fibras, gorduras de alta qualidade e vitaminas, pode diminuir o impacto da artrite psoriática (26). Este tipo de dieta tem benefícios anti-inflamatórios que ajudam a gerir a atividade da doença. Assim, experimentar esta abordagem alimentar pode ajudar a aliviar os seus sintomas da artrite psoriática. A incorporação de ácidos gordos ómega 3 , normalmente encontrados em peixes gordos (como o salmão, a cavala ou as sementes de linhaça), também pode ter efeitos anti-inflamatórios, reduzindo potencialmente a rigidez e a sensibilidade das articulações (27). Os antioxidantes presentes nos frutos e legumes coloridos (como as bagas, os espinafres e a couve) também oferecem propriedades anti-inflamatórias potentes que podem aliviar a inflamação e o desconforto das articulações nas pessoas que sofrem de artrite psoriática. Em geral, recomenda-se uma ingestão equilibrada de 2 a 5 porções de fruta e 3 a 5 porções de legumes por dia, uma vez que estes alimentos ricos em nutrientes fornecem antioxidantes essenciais que podem contribuir para gerir a inflamação das articulações e a saúde em geral. Figura 3: Padrões alimentares benéficos (do lado esquerdo) e prejudiciais (do lado direito). Adaptado de Guilliams et al., 2023 (28). Reduzir a ingestão de açúcar , gorduras saturadas , e sódio pode ajudar a manter um peso saudável. A obesidade está associada a uma maior probabilidade de desenvolver artrite psoriática, o que sublinha a importância da gestão do peso, especialmente para os doentes com psoríase que sofrem frequentemente de síndrome metabólica e obesidade (29). Nas pessoas que vivem com artrite psoriática, os estudos sugerem que o comportamento sedentário pode contribuir para o aumento da rigidez das articulações, a redução da força muscular e o comprometimento da função articular. Além disso, um estilo de vida sedentário pode exacerbar sintomas como a fadiga e a depressão, que são comuns na artrite psoriática. Embora os mecanismos exatos não sejam totalmente compreendidos, manter um estilo de vida ativo é geralmente considerado benéfico para gerir os sintomas da artrite psoriática. Os riscos do comportamento sedentário aumentam ainda mais quando as pessoas são inativas, ou seja, não cumprem as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) para a atividade física, descritas a seguir. Atividade física Está provado que a prática regular de atividade física tem inúmeros benefícios para as pessoas que sofrem de artrite psoriática. A atividade física diz respeito a todos os movimentos corporais resultantes da contração muscular, independentemente do contexto em que são realizados: lazer, transporte de e para os locais, ou como parte do trabalho de uma pessoa. A atividade física pode ajudar a melhorar a flexibilidade das articulações, reduzir a inflamação e melhorar a função global das articulações. Além disso, a atividade física pode contribuir para uma melhor saúde mental, uma vez que pode ajudar a aliviar os sintomas de depressão e ansiedade que estão frequentemente associados a doenças crónicas como a artrite psoriática. A atividade física também desempenha um papel na gestão do peso, o que é essencial, uma vez que o excesso de peso pode aumentar o stress nas articulações (22). De acordo com a OMS, recomenda-se a acumulação de, pelo menos, ~20 minutos por dia de atividade física, como uma caminhada (23). Esta recomendação é também adotada pela Aliança Europeia de Associações de Reumatologia (EULAR) (24). Uma atividade física de 20 minutos de intensidade moderada corresponde a uma acumulação de cerca de 2000 passos. Considerando uma atividade funcional de 4500 passos por dia, associada à realização de atividades da vida diária, tais como cuidar de si, cozinhar, limpar, deslocar-se para e do trabalho/escola, as recomendações da OMS, quando expressas em número total de passos por dia, representam a soma dos dois tipos de atividade e correspondem a uma acumulação de 6500 passos diários em condições de vida normais. Exercício físico Os tipos de exercício mais benéficos para a artrite psoriática centram-se na melhoria da flexibilidade, da força e da aptidão cardiovascular, sem causar stress excessivo nas articulações. São frequentemente recomendadas atividades de baixo impacto, como a natação, a caminhada e o ciclismo. Os exercícios de treino de força, incluindo o treino de resistência e o ioga suave, podem ajudar a melhorar o suporte muscular à volta das articulações. Os exercícios na água são particularmente vantajosos, uma vez que proporcionam flutuabilidade, reduzindo o impacto nas articulações. Os benefícios destes exercícios incluem o aumento da mobilidade articular, a redução da dor e da rigidez, a melhoria do tónus muscular e um melhor bem-estar geral. As pessoas que vivem com artrite psoriática devem adotar uma rotina de atividade física adaptada, tendo em conta os seus sintomas e limitações específicas. Uma vez que o stress mecânico, no caso de uma crise inflamatória, pode promover o aparecimento de entesite, é necessário controlar a inflamação antes de aumentar o nível de atividade física habitual ou de iniciar um programa de exercício. A aplicação iPROLEPSIS pretende ajudar a limitar os comportamentos sedentários, aumentar a atividade física e melhorar a capacidade funcional diária com recomendações específicas e seguras de programas de treino (para mais informações, consulte a secção “iPROLEPSIS”). O excesso de peso pode aumentar o desconforto e a inflamação das articulações, especialmente nas articulações que suportam carga (como as ancas, os joelhos e a coluna). Por isso, tenha em atenção as suas escolhas alimentares, uma vez que estas podem ajudar a gerir os seus sintomas. A vitamina D ajuda na absorção do cálcio, que é necessário para manter os ossos saudáveis. Além disso, a vitamina D ajuda a reforçar o nosso sistema imunitário, a combater os vírus e a combater a fadiga. Foi mesmo associada ao bom humor, com uma deficiência que pode levar à ansiedade e à depressão. A vitamina D é uma vitamina lipossolúvel que o nosso corpo produz quando a pele é exposta à luz solar. Também pode ser obtida através de certos alimentos ou suplementos. Esta vitamina tem várias formas, mas as mais importantes são a vitamina D2 (ergocalciferol) e a vitamina D3 (colecalciferol). A vitamina D3 é a forma que a nossa pele produz naturalmente em reação à luz solar. Os estudos indicam que as pessoas com artrite psoriática têm frequentemente níveis de vitamina D mais baixos do que as outras pessoas (30). Ter vitamina D suficiente pode ajudar a aliviar alguns sintomas da artrite psoriática. A melhor forma de o garantir é através de uma exposição solar adequada. Passar cerca de 10 a 30 minutos ao sol entre as 10 e as 15 horas, pelo menos duas vezes por semana, é geralmente suficiente para a maioria das pessoas produzirem vitamina D. O tempo exato necessário depende de fatores como o tipo de pele, a latitude, a altitude e a estação do ano. O Medical Board of the National Psoriasis Foundation recomenda a suplementação de vitamina D para os doentes com artrite psoriática e incentiva os doentes com excesso de peso ou obesos a explorarem a redução de peso através de uma dieta controlada (31). No entanto, deve aconselhar-se com o seu médico. A hidratação é outro aspeto fundamental muitas vezes ignorado, mas crucial na gestão da artrite psoriática. Embora não existam diretrizes de hidratação específicas para as pessoas com artrite psoriática, beber cerca de dois litros de água por dia, não só ajuda a manter a saúde geral (32), mas também ajuda na lubrificação das articulações e no seu funcionamento eficiente, aliviando o desconforto associado ao movimento. Alguns indivíduos consideram que determinados alimentos podem despoletar ou exacerbar os sintomas da artrite psoriática. Embora possam variar de indivíduo para indivíduo, os mais comuns incluem carne vermelha e processada, gorduras de baixa qualidade, sal e aditivos e hidratos de carbono refinados ( Figura 3 ; lado direito). Monitorizar a sua dieta e identificar potenciais alimentos desencadeadores de surtos através de uma abordagem dietética sistemática ou sob a orientação de um profissional de saúde pode ajudar a gerir a dor, a fadiga e os surtos (33). É essencial procurar a orientação de um profissional de saúde ou de um nutricionista especializado em artrite psoriática para desenvolver um plano alimentar personalizado (28) adaptado às preferências e necessidades individuais. Um plano personalizado tem como objetivo garantir uma ingestão suficiente de nutrientes, controlar o peso e promover o bem-estar geral, abordando os desafios únicos associados à artrite psoriática. Além disso, a adoção de um estilo de vida saudável, incluindo uma atividade física consistente, a gestão do stress e uma dieta equilibrada, tem um potencial significativo para melhorar a qualidade de vida das pessoas com artrite psoriática. Tabagismo e consumo de álcool Fumar é mau para a sua saúde em geral, pois aumenta a probabilidade de potenciais complicações, como problemas cardíacos e cancro. Fumar também pode reduzir a eficácia do tratamento e agravar os sintomas da psoríase (34, 35). O álcool pode interferir com a eficácia de alguns medicamentos ou aumentar os efeitos secundários (36, 37). Alguns estudos também sugerem que o álcool pode atuar como um gatilho para os surtos (38). Ver secção correspondente no Informações Essenciais Informações Essenciais Página anterior Próxima página

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